SERÁ QUE GERALDO MELO TINHA RAZÃO?
A dialética politica marcou a vida de grandes tribunos com retóricas de efeito em grandes pronunciamentos, diante das massas apaixonantes de cada bom orador que conheci, neste Estado Potiguar.
Entre tantas celebridades da oratória dos ilustres homens públicos do RN.
Me faz recordar o baixinho apelidado de "Tamborete", ex- vice governador, governador eleito em 1986 e senador da república mais adiante: Geraldo José Ferreira de Melo de saudosa e recente memória!
Ainda hoje me balizo, numa frase dita que me chamou atenção: Todo politico calça 40.
Pois bem, não me iludo com elogios fáceis, nem tão pouco me estremeço com sórdidos ataques.
Tudo faz parte de uma panaceia que cada um de acordo com suas vontades e interesses personalizados, cria para alimentar suas ilusões, fantasias ou promessas não cumpridas.
O discurso de ganhar uma eleição é um: retilíneo, cheio de esperanças e muitas bravatas expostas como forma de alienar seguidores.
O de governar pode ser outro literalmente as avessas!
Governo e oposição usam a mesma verborragia com pequenas variações de estilo e compromisso.
Todavia, o individuo consciente, seja homem ou mulher, tem o direito de escolher quem bem desejar para votar.
Neste diapasão de deveres e obrigação que tem o eleitor - não devemos endeusar, este ou aquele candidato.
Todos tem um pouco, mais ou menos do que disse o nosso inteligente tribuno Geraldo Melo.
O seu grande erro vou desmantelar o seu pensamento e convicção, quando disse que calçava 39.
Não me decepciono mais com politico, quando ele tiver fazendo a coisa certa, credito o exemplo como uma obrigação.
Quando tiver desvirtuando do prometido, compreendo que sua atitude é fruto do vicio adquirido na embromação entre ele e o eleitor.
Porém, como temos que escolher alguém para direcionar os recursos que são do povo, apenas no discurso.
Não temos para quem apelar!
A politica nacional é uma parafernália que foge do controle da nossa carta magna com cada poder, perdendo o sentido harmônico de independência, para se tornarem absolutos, um querendo sobrepujar o direito do outro!
O certo é que ninguém diz show pra espantar a galinha.
Cada qual no seu quadrado se manifesta como salvador da "Pátria".
Por isto acertando ou errando faço a escolha do lado que desejo ficar!
Posso até mudar o rumo dos ventos com palavras seguindo outra direção.
Jamais permitirei que minhas essências e convicções de expressar o que penso, sejam tolhidas pelo o arbítrio de quem, não sabe respeitar nossas razões!
Seguirei sempre o principio Voltairiano do grande pensador.
“Posso não concordar com uma única palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la”.
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