segunda-feira, outubro 26

TSE DESMENTE FLÁVIO BOLSONARO E NEGA EXPULSÃO DE FISCAIS DO PL DA SALA-COFRE


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmentiu Flávio Bolsonaro após o candidato derrotado à Presidência afirmar que fiscais do PL teriam sido retirados da sala-cofre da Corte durante a apuração das eleições de 2026. Em nota divulgada na madrugada desta segunda-feira (26), o tribunal classificou a declaração como falsa.

Flávio Bolsonaro disse, após a proclamação do resultado eleitoral, que os fiscais do Partido Liberal teriam deixado a sala-cofre “a partir do momento que essa eleição foi tomada”. Antes, ele havia afirmado que não reconheceria a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O TSE informou que a sala-cofre não é aberta à visitação. O espaço guarda sistemas e equipamentos considerados sensíveis para a operação eleitoral e não integra os locais destinados ao acompanhamento de partidos, observadores e demais representantes autorizados.

A Corte declarou que fiscais partidários, observadores internacionais, advogados e integrantes do Ministério Público podem acompanhar a totalização e a divulgação dos resultados em outras áreas do tribunal, entre elas a Sala de Totalização.

Fiscais do PL acompanharam testes e totalização, diz Tribunal

Segundo o TSE, dois fiscais do PL estiveram no prédio para acompanhar o Teste de Integridade das Urnas, realizado no subsolo, e o processo de totalização e divulgação dos resultados na Sala de Totalização.

Os representantes do partido também passaram pela Sala dos Partidos Políticos, localizada no quinto andar do tribunal. O TSE afirmou que há registros de presença nos ambientes visitados.

A Corte acrescentou que filmagens da Sala de Totalização comprovam o livre acesso dos fiscais do PL às unidades disponibilizadas para o acompanhamento da eleição. O tribunal não indicou qualquer restrição ao trabalho dos representantes da legenda nesses espaços.

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, anunciou o resultado das eleições de 2026 na noite de domingo (25), quando confirmou a reeleição de Lula.

VITÓRIA DE LULA MARCA PRIMEIRA VIRADA EM DISPUTA PRESIDENCIAL EM 2º TURNO


O presidente Lula (PT) foi reeleito, no domingo, 25, para um quarto e inédito mandato como presidente da República. Lula derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando a primeira virada em uma disputa presidencial na história entre o primeiro e o segundo turno.

Lula ampliará o período de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil pós-redemocratização. Esta é a sexta eleição presidencial vencida pelo PT desde o fim da ditadura militar e volta do voto direto para presidente. A sigla perdeu uma vez para Fernando Collor (então no PRN, em 1989), duas vezes para Fernando Henrique Cardoso (PSDB, em 1994 e 1998) e uma vez para Jair Bolsonaro (então no PSL, em 2018).

O atual presidente e agora presidente reeleito teve 51,76% dos votos neste segundo turno até as 21h15 deste domingo e está matematicamente eleito de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Flávio Bolsonaro teve 48,24% dos votos até este momento.

A distância entre os dois candidatos à Presidência caminha para ser a menor na história brasileira desde a redemocratização. Até as 21h16 deste domingo, a diferença de votos de Lula para Flávio é de 4.343.081 votos, maior que os 2.139.645 de diferença entre Lula e Jair Bolsonaro (PL) em 2022.

Desafios do mandato
 
Lula, de 80 anos, aumentará a marca de presidente mais velho a tomar posse. Ele completará 81 anos na terça-feira, 27. Michel Temer, aos 75 anos, e Getúlio Vargas, aos 68 anos, são o segundo e o terceiro lugar nesse ranking. Lula é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo e estenderá esse período por mais quatro anos, caso finalize o mandato. Serão 16 anos no posto mais alto do Poder Executivo do País. Getúlio Vargas ocupou o cargo por 18 anos e meio, mas a maior parte foi durante a ditadura do Estado Novo.

O presidente reeleito terá o desafio de liderar, nos próximos quatro anos, uma agenda de ajuste fiscal, diante da deterioração da dívida em relação ao PIB. Os integrantes da campanha responsáveis pela pauta econômica já anunciaram que será necessário conter gastos para evitar uma bomba fiscal nos próximos anos.

Lula também terá de lidar com um País ainda mais dividido do que em 2022 e com um Congresso mais hostil, com o fortalecimento da direita bolsonarista e o achatamento do centro liberal e do Centrão. Tem a seu favor, se souber utilizar bem isso, as numerosas mobilizações a seu favor que tomaram as ruas a partir do primeiro turno.

A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e um possível impeachment contra ministros da Corte, em especial o ministro Alexandre de Moraes, também representarão um desafio para Lula neste quarto mandato. O presidente reeleito contou, em seu terceiro mandato, com o apoio do STF para garantir sua governabilidade. Neste quarto mandato, terá de rever essa correlação de forças políticas para aprovar sua agenda.

Abstenção
 
A redução da abstenção e dos votos brancos e nulos marcou o segundo turno da eleição presidencial de 2026 e se tornou um dos fatores importantes para a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL). Com a apuração em 96,77% das urnas, o número de votos válidos chegava a 123,9 milhões, enquanto os brancos representavam 1,12% e os nulos, 2,12% do total. A abstenção foi de 19,19%. Os índices de abstenção do segundo turno também apresentavam queda em relação ao primeiro, quando mais de 33 milhões de eleitores deixaram de votar, o equivalente a 21,08% do eleitorado.

A diminuição da chamada alienação eleitoral — soma dos eleitores que não comparecem às urnas com aqueles que votam em branco ou anulam o voto — era um dos objetivos da campanha petista desde a virada na disputa presidencial. A avaliação era que mobilizar eleitores que não haviam comparecido ao primeiro turno poderia ser determinante para ampliar a votação de Lula em uma eleição marcada pelo equilíbrio entre os candidatos.

Pensamento da noite:Coragem é saber se posicionar!


Covarde é aquele que não se posiciona por medo de desagradar alguém ou perder alguma vantagem. Quem tem caráter, princípios e dignidade não se esconde atrás do silêncio quando chega a hora de mostrar de que lado está.

Ter posição não significa ser dono da verdade, mas ter coragem de defender aquilo em que acredita. Afinal, quem não tem coragem de assumir suas escolhas acaba se tornando refém dos interesses alheios.

Porque consciência não tem preço, caráter não se negocia e dignidade não se vende!


Notícias!

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua votação e atingiu um volume recorde de apoio popular ao vencer o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da eleição presidencial de 2026. O resultado consolida uma base eleitoral superior à registrada no pleito de 2022, quando o petista derrotou o pai do parlamentar, o ex-presidente Jair Bolsonaro.


➡️ Com 99,99% das urnas apuradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula registra 64.252.430 votos no segundo turno deste ano. O volume supera com folga os 60.345.999 votos obtidos na disputa de 2022, o que representa um acréscimo de quase 4 milhões de eleitores à sua candidatura.


📊 | Flávio Bolsonaro terminou a eleição com 59.824.323 votos. Embora tenha superado a marca individual alcançada pelo pai na eleição passada — Jair Bolsonaro teve 58.206.354 votos em 2022 —, a distância para o primeiro colocado foi expressivamente maior nesta disputa.


📸 REUTERS/Amanda Perobelli

📲 Mais informações no site band.com.br


#BandJornalismo #BandEleicoes2026

Notícias!

RT • Portal R7 O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o senador Flávio Bolsonaro (PL) por 4.430.191 votos. A diferença foi de 3,58 pontos percentuais. O petista terminou o pleito com 51,79%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou com 48,21%.⁣

⁣

A distância entre os candidatos é maior que a da eleição de 2022. Naquele pleito, Lula venceu Jair Bolsonaro por 2.139.645 votos. Lula teve 50,90% e o ex-capitão reformado, 49,10%. Em percentual, a diferença foi de 1,8 ponto.⁣

⁣

A histórica vitória de Lula, em que ele se tornou o primeiro da história a virar uma eleição em segundo turno, superou também a disputa apertada entre a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB).⁣

⁣

Naquela eleição, Dilma venceu Aécio por 3.459.963 votos, quase 1 milhão a menos do que Lula bateu Flávio. A ex-presidente teve 51,64% dos votos, contra 48,36% de Aécio. Em percentual, a distância foi de 3,28 pontos.⁣

⁣

➡️ Veja mais sobre as Eleições 2026 em R7.com. O link está na bio.⁣⁣

#OVotoNaRECORD #RecordNews #Eleições2026 #PortalR7 #R7⁣⁣

⁣⁣

(📸: Ricardo Stuckert/PR; Charles Vieira/ Divulgação Campanha Flávio Bolsonaro)

" SER HUMANO MUITO ESPECIAL"


             A vitória do Partido dos Trabalhadores (PT), foi marcada pela polarização política entre  o Presidente Lula e o Senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, derrotado numa virada heroica e histórica com 99,88% das urnas apuradas.

               Para consagrar-se nas urnas, Lula contou com a força da juventude, das mulheres  além dos esforços de idosos indo aos locais de votação para homologar o seu quarto mandato a continuar no comando da maior economia da América Latina.

             Analistas políticos pontuam que poucos líderes possuem trânsitos simultâneo em fóruns e em blocos alternativos (como o BRICS), facilitando pontes de diálogo que presidentes de superpotencias polarizadas não conseguem estabelecer.

             Respeitado por todos, o Reverendo norte-americano Jesse Jackson comparou Lula a Martn Luther King e a  Nelson Mandela durante um evento em Santo André(SP), chamando-o de " ser humano muito especial".

             No primeiro pronunciamento oficial após sua reeleição, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva focou seu discurso na gratidão ao eleitorado, na defesa da democracia e em recados sobre a regulação do ambiente digital e a soberania tecnológica nacional.

CHICO TORQUATO

domingo, outubro 25

Democracia sempre!

RT • Portal R7 O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Nunes Marques, reconheceu, neste domingo (25), a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida à Presidência da República e fez críticas à prorrogação do horário de votação.⁣

⁣

No pronunciamento final, Nunes Marques agradeceu ao povo brasileiro e disse que a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), de prorrogar a votação após problemas de transporte ocorreu depois do horário de encerramento da votação, o que gerou dificuldades ao processo eleitoral.⁣

⁣

“Inicialmente, registro que, assim que recebi o pedido de prorrogação do horário de votação, por volta de 15h30, busquei informações técnicas com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, as respectivas prefeituras e as equipes técnicas do TSE, apesar de não haver normativo que autorizasse qualquer prorrogação. Nunca, na história do TSE, houve qualquer prorrogação”, disse.⁣

⁣

➡️ Veja mais sobre as Eleições 2026 em R7.com. O link está na bio.⁣

#OVotoNaRECORD #RecordNews #Eleições2026 #PortalR7 #R7⁣

⁣

(📸: Leobark Rodrigues/Flickr TSE)

Cadu Xavier é eleito governador do Rio Grande do Norte


Foto: Divulgação

Por Claudio Palheta Jr.

Carlos Eduardo Xavier, o Cadu de Lula (PT), é o novo governador do Rio Grande do Norte. Com 98,71% das urnas apuradas, o Tribunal Superior Eleitoral já considera o candidato petista matematicamente eleito, após superar o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) no segundo turno das eleições estaduais, realizado neste domingo (25).

Até o momento da confirmação da vitória, Cadu contabilizava 1.059.700 votos, contra 1.030.049 votos (49,29%) de Allyson.

A vitória se deu em uma margem bastante apertada e a confirmação só veio com a abertura das últimas urnas. O resultado representa a continuidade do projeto do PT à frente do Governo do Rio Grande do Norte, após os dois mandatos da governadora Fátima Bezerra, iniciados em 2019.

A eleição também marca uma trajetória de recuperação eleitoral. Cadu iniciou a disputa com índices modestos de intenção de voto e enfrentou o desafio de se tornar conhecido do eleitorado potiguar, disputando espaço com dois nomes mais conhecidos: Allyson Bezerra e o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL).

Ao longo da campanha, o petista apresentou crescimento nas pesquisas, consolidando-se como um dos principais concorrentes ao Governo. O avanço foi confirmado nas urnas do primeiro turno, realizado em 4 de outubro, quando Cadu recebeu 718.300 votos, equivalentes a 36,16% dos votos válidos. Ficou apenas 15.509 votos atrás de Allyson, que alcançou 733.809 votos (36,94%). Álvaro Dias terminou em terceiro, com 26,71%.

No segundo turno, Cadu intensificou as mobilizações pelo estado, buscando ampliar sua votação e conquistar eleitores que haviam optado por outras candidaturas. A campanha também reforçou a associação de sua imagem ao presidente Lula e à governadora Fátima Bezerra.

Um dos momentos de maior visibilidade ocorreu em 10 de outubro, quando Lula participou de uma caminhada ao lado de Cadu no bairro do Alecrim, em Natal. A mobilização reuniu lideranças políticas, militantes e governadores nordestinos.

Quem é Cadu Xavier

Aos 48 anos, Carlos Eduardo Xavier conquista o Governo do Estado em sua primeira disputa eleitoral. Natural do Rio de Janeiro e criado no Rio Grande do Norte, é engenheiro de computação e mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Auditor fiscal de carreira desde 2005, construiu sua trajetória profissional na administração pública estadual. Em 2019, assumiu a Secretaria de Tributação no primeiro mandato de Fátima Bezerra. Em 2023, passou a comandar a Secretaria da Fazenda do RN, cargo que deixou em março de 2026 para disputar as eleições.

Cadu também presidiu o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), entre 2023 e 2025.

A candidatura foi oficializada em julho, tendo como companheira de chapa a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB), de Mossoró.

Fonte: Blog Bruno Barreto 



Histórico: Lula é eleito presidente do Brasil pela quarta vez em virada emocionante


Lula é eleito presidente do Brasil pela quarta vez (Foto:Ricardo Stuckert)

Por Cláudio Palheta Jr.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é eleito presidente da República pela quarta vez. Com 99,76% das urnas apuradas, o petista já pode ser considerado matematicamente eleito após superar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais, realizado neste domingo (25).

Até o momento da confirmação da vitória, Lula contabilizava 64. 065.122 votos (51,75% dos votos válidos), contra 59.723.309 votos (48,25%) de Flávio Bolsonaro.

A apuração mostrou uma polarização extrema no pleito, com equilíbrio entre os candidatos até os últimos votos

A vitória representa um feito inédito na história política brasileira. Aos 80 anos, Lula se torna o primeiro presidente eleito quatro vezes pelo voto popular, depois das conquistas de 2002, 2006 e 2022. Também foi a primeira vez que um candidato que não terminou na frente no primeiro turno virou e venceu as eleições.

Uma eleição marcada pela disputa com o bolsonarismo

A campanha de 2026 foi marcada pela polarização política entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, derrotado pelo petista em 2022.

Diferentemente da eleição anterior, Lula chegou ao segundo turno após terminar atrás do adversário na primeira etapa da disputa.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula conquistou 53.879.538 votos, ou 45,16%. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.

Na reta final, o presidente intensificou as mobilizações de rua, ampliou sua presença nas redes sociais e reforçou pautas ligadas à proteção social, aos direitos dos trabalhadores e à economia.

Entre os temas que ganharam destaque estiveram a proposta de fim da escala de trabalho 6×1, a ampliação de programas sociais e as medidas econômicas anunciadas pelo Governo Federal.

A disputa também foi marcada por debates entre os candidatos, confrontos nas redes sociais e questionamentos levados à Justiça Eleitoral.

Lula contou novamente com Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice-presidente, repetindo a aliança que venceu as eleições de 2022.

De líder sindical a presidente eleito quatro vezes

Natural de Garanhuns, em Pernambuco, Lula nasceu em 27 de outubro de 1945 e migrou ainda criança com a família para São Paulo.

Metalúrgico e dirigente sindical no ABC paulista, ganhou projeção nacional durante as greves operárias do final dos anos 1970, que tiveram papel importante na mobilização social contra a ditadura militar.

Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, em 1980, e participou do movimento pela redemocratização do Brasil. Em 1986, foi eleito deputado federal constituinte por São Paulo.

Disputou a Presidência da República pela primeira vez em 1989, quando foi derrotado por Fernando Collor de Mello no segundo turno. Voltou a concorrer em 1994 e 1998, perdendo nas duas ocasiões para Fernando Henrique Cardoso.

A primeira vitória veio em 2002, quando derrotou José Serra (PSDB). Quatro anos depois, foi reeleito ao superar Geraldo Alckmin, então candidato do PSDB.

Após deixar a Presidência em 2010, Lula enfrentou um período de intensa disputa política e judicial. Foi preso em 2018, no âmbito da Operação Lava Jato, e permaneceu 580 dias na prisão. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal anulou suas condenações, restabelecendo seus direitos políticos.

Em 2022, retornou à disputa presidencial e derrotou Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno, tornando-se o primeiro brasileiro a conquistar três eleições presidenciais.

Agora, em 2026, chega à quarta vitória, em uma eleição novamente marcada pela divisão do eleitorado entre o PT e o campo político ligado à família Bolsonaro.

Com o novo resultado, Lula e Geraldo Alckmin terão mais quatro anos à frente do Governo Federal. O mandato começa em 1º de janeiro de 2027 e termina em 31 de dezembro de 2030.

Fonte: Blog Bruno Barreto 

sábado, outubro 24

Aqui é Lula Presidente!



Só sabe mentir!

O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de duras críticas após o debate presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado na sexta-feira (23), na TV Globo. Em artigo de opinião publicado neste sábado (24), o desempenho do candidato foi descrito como uma perda do debate e da própria dignidade. A análise destacou o momento em que Flávio chamou Lula de “nove dedos”, referência ao acidente de trabalho sofrido pelo presidente, e precisou pedir desculpas.


Outro episódio citado foi a confusão envolvendo a mãe de Ana Clara, menina de 5 anos morta por um tiro de fuzil em 2021. Ao responder a Lula, Flávio chamou a mulher pelo nome da filha. O artigo também questionou as propostas apresentadas pelo senador e sua postura durante o confronto. A informação é do colunista Ricardo Noblat, do Metrópoles. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

Diante da mãe de Ana Clara, em debate, Flávio volta a defender PM acusado de assassinar menina


Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Por Brasil de Fato

O senador Flávio Bolsonaro (PL) voltou a defender, no debate da TV Globo desta sexta-feira (23), o policial militar acusado de matar a menina Ana Clara, de 5 anos, com tiros de fuzil em 2021. A defesa foi feita diante da mãe da criança, Cristiane Gomes da Silva, que acompanhava o debate e teve a presença anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Lula levantou o caso durante a discussão sobre ensino integral. “Por que um senador da República ajuda um assassino a não ser julgado? O que leva um senador a defender um policial que deu um tiro de fuzil em uma menina de cinco anos?”, perguntou o presidente ao adversário.

Ao responder, Flávio Bolsonaro se dirigiu a Cristiane, mas a chamou pelo nome da filha. “Ana Clara, quero falar com a senhora. Deixo minha solidariedade. Foi uma tragédia o que aconteceu. Eu não consigo imaginar o que é perder uma filha de cinco anos de idade. Eu tenho uma filha de 14 e de 12. Era uma troca de tiros. Eu quero ajudar a achar o autor desses disparos, porque eu tenho a confiança que não foi esse policial”, disse o senador.

Cristiane Gomes da Silva, mãe de Ana Clara, durante debate na Globo | Crédito: Reprodução WhatsApp/Exército do Lula
Cristiane Gomes da Silva, mãe de Ana Clara, durante debate na Globo | Crédito: Reprodução WhatsApp/Exército do Lula

Lula rebateu. “Eu fico pensando no povo que está nos assistindo agora, vendo esse rapaz. Todo mundo sabe a relação dele com muita coisa ruim aqui no Rio de Janeiro. Não sou eu quem falo, é a imprensa que fala todo dia. Todo dia ele defende miliciano, dando emprego para mãe e irmã do dono do Escritório do Crime”, afirmou. Segundo as investigações do caso da “rachadinha”, o gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) empregou a mãe e a ex-mulher do ex-capitão Adriano da Nóbrega, apontado como chefe da milícia, como mostra o histórico do senador com milicianos.

O caso Ana Clara

Ana Clara foi morta em 2 de fevereiro de 2021, enquanto brincava na porta de casa em Niterói (RJ), atingida por dois tiros de fuzil. O cabo da PM Bruno Dias Delaroli foi preso em flagrante. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) o denunciou por homicídio doloso, quando há intenção de matar ou se assume o risco de matar, e a Justiça decidiu que ele deve ser julgado pelo Tribunal do Júri. Delaroli responde ao processo em liberdade desde novembro de 2021.

Em 2024, quando já era senador, Flávio Bolsonaro passou a integrar a equipe de defesa do policial, de forma gratuita, e assinou um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar impedir o júri popular. O pedido foi negado. O julgamento, que estava marcado para a última quarta-feira (21), foi remarcado para 5 de maio de 2027.

Fonte: Blog Bruno Barreto 

sexta-feira, outubro 23

Tá perdido igual a cego em tiroteio!

A dois dias do segundo turno presidencial, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL) voltou a levantar suspeitas, sem apresentar provas, sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas brasileiras. Ele também defendeu que seu irmão, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), deixe o país caso seja derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


As declarações foram feitas nesta sexta-feira (23), durante participação no podcast americano Louder with Crowder, apresentado pelo comentarista político Steven Crowder. 


📸 Nilson Bastian/Câmara dos Deputados

📲 Leia a matéria completa no site band.com.br


#BandJornalismo 

#BandEleicoes2026

Pensamento do dia: Consciência não tem preço!


Consciência não tem preço, tem valor! É preciso ter respeito pelos seus próprios ideais, manter a dignidade e não abrir mão dos seus princípios por interesses pessoais ou vantagens momentâneas.

O dinheiro pode comprar muitas coisas, mas não compra caráter, dignidade nem a tranquilidade de quem tem a consciência limpa. Quem tem princípios não se vende, quem tem valores não se rende e quem tem respeito por si mesmo não negocia sua consciência.

No final das contas, o maior patrimônio de um ser humano é poder olhar para si mesmo e saber que não traiu aquilo em que acredita.

Consciência limpa, dignidade preservada e ideais respeitados: esse é o verdadeiro valor de um homem de princípios!


DIA 25 DE OUTUBRO ESTÁ CHEGANDO, MEU VOTO É CADU DE LULA E LULA PRESIDENTE!

É hora de mostrar a força de um povo potiguar que tem voz, tem coragem e sabe o valor da sua liberdade!

 Um povo forte e aguerrido, que acredita na democracia, defende seus direitos e não abre mão do respeito.

Que seja um dia de paz, esperança e participação popular! Porque a democracia se fortalece quando o povo tem liberdade para escolher e sua vontade é respeitada.

O respeito é bom, o coração agradece e a democracia merece! 


A POPULAÇÃO DE ALTO DO RODRIGUES MERECE RESPOSTAS!


Após questionamentos da população sobre uma ambulância destinada à saúde do nosso município, entregue pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, na gestão da governadora Fátima Bezerra, em parceria com o governo do presidente Lula, fui até a Secretaria de Transporte, mais precisamente ao local onde os veículos são guardados, para buscar esclarecimentos.

Afinal, se a ambulância foi entregue por volta do dia 16, por que ainda não estava sendo utilizada? E por que a entrega não havia sido divulgada oficialmente à população?

Em conversa com um dos responsáveis, foi mencionada a questão do emplacamento. No entanto, é importante esclarecer quais procedimentos ainda precisam ser concluídos e qual é a previsão para que o veículo esteja disponível para atender à população.

Será apenas uma questão burocrática ou existe algum outro motivo para a falta de divulgação?

Não estou afirmando que haja motivação política, mas é legítimo questionar por que uma conquista tão importante para a saúde pública ainda não havia sido comunicada à população.

Uma ambulância não é apenas um veículo: é um instrumento que pode representar socorro, cuidado e vidas salvas.

A saúde não pode ser palco de disputas políticas! Ela deve ser prioridade, independentemente de quem destina os recursos, de qual governo viabiliza a conquista ou de quem recebe os méritos. O que importa é que o benefício chegue à população e que as pessoas tenham acesso a um atendimento digno.

A população tem o direito de saber quando os equipamentos públicos chegam, quais são os motivos de eventuais atrasos e quando estarão efetivamente à disposição de quem precisa.

Transparência não é favor, é obrigação. A saúde é um direito do povo, não uma ferramenta política. Alto do Rodrigues merece respeito, responsabilidade e compromisso com a vida!


Flávio Bolsonaro quer adiar devolução de impostos para 70 milhões de brasileiros


Foto: cedida

Por Cleber Lourenço, do ICL Notícias 

A proposta de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de suspender por um ano a implementação da reforma tributária poderá adiar também a devolução de impostos a até 70 milhões de brasileiros de baixa renda. O benefício, conhecido como cashback, está previsto na legislação aprovada pelo Congresso e começará a considerar o consumo das famílias em janeiro de 2027. A candidatura não esclareceu se pretende manter esse calendário caso consiga interromper a entrada em vigor do novo sistema.

A intenção de suspender a reforma está registrada no próprio site de campanha de Flávio. Em publicação de 22 de agosto, intitulada “Fim da reeleição e suspensão da reforma tributária serão os primeiros atos do senador Flávio Bolsonaro ao ser eleito presidente da República”, a equipe do candidato apresentou a medida como uma de suas prioridades para o início de um eventual governo.

No comunicado, a campanha afirma que “o adiamento por um ano da reforma tributária é o tempo necessário para ampliar o debate mais democrático e favorecer a implementação de reformas econômicas estruturantes”.

O senador também havia defendido a medida publicamente em junho, durante entrevista à Times Brasil/CNBC. “Vamos suspender a entrada em vigor dela por, pelo menos, um ano”, declarou.

O ponto que não aparece nas justificativas da campanha é que a reforma inclui um mecanismo criado especificamente para diminuir os impostos pagos pelas famílias mais pobres. Ao contrário de benefícios que ainda dependem de aprovação legislativa, o cashback já está previsto em lei e possui um calendário de implementação.

O artigo 123 da Lei Complementar 214/2025 estabelece que a devolução da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo federal, será calculada sobre o consumo familiar realizado a partir de janeiro de 2027. Para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de estados e municípios, a referência começa em janeiro de 2029.

A relação entre os dois calendários é direta. O cashback depende da cobrança dos novos tributos que substituirão impostos atualmente existentes. Se a reforma for suspensa integralmente por um ano, sem uma regra que preserve a devolução, o início do benefício também será postergado.

Isso não significa que a suspensão do cashback já esteja formalizada. Flávio não apresentou uma proposta legislativa detalhando quais dispositivos pretende alterar, e qualquer mudança no calendário dependerá de aprovação do Congresso.

botijão de gás
Botijão de 13 quilos de gás de cozinha. Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil/Arquivo

Devolução inclui impostos sobre gás, energia elétrica e água

O cashback da reforma tributária foi criado para devolver parte dos impostos cobrados sobre produtos e serviços consumidos pelas famílias de menor renda.

Segundo estimativa divulgada pelo Ministério da Fazenda em 2026, o mecanismo poderá alcançar cerca de 70 milhões de brasileiros. Uma apresentação técnica da Receita Federal, baseada em dados do Cadastro Único de maio de 2025, identificou aproximadamente 27,8 milhões de famílias, reunindo 70,4 milhões de pessoas, nas faixas de renda consideradas para o benefício.

A legislação estabelece a devolução de 100% da CBS sobre despesas com gás de cozinha, energia elétrica, água e esgoto, além de percentuais específicos para outras compras e serviços. Também há regras de restituição do IBS, incluindo percentuais diferenciados para despesas essenciais.

Na prática, uma família poderá receber de volta parte dos impostos embutidos em despesas cotidianas. O objetivo é corrigir uma distorção do sistema tributário brasileiro: quem ganha menos costuma comprometer uma parcela proporcionalmente maior da renda com impostos sobre o consumo.

Para ter direito ao benefício, a família deverá estar inscrita no Cadastro Único, possuir renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa e cumprir os demais requisitos previstos na legislação.

O cashback não é um novo programa de transferência de renda como o Bolsa Família. Trata-se da devolução de tributos pagos pelos próprios consumidores, conforme critérios estabelecidos em lei.

A Receita Federal já desenvolve os sistemas necessários à implementação do mecanismo. Uma apresentação técnica do órgão informa que uma primeira versão da interface de consulta e cálculo dos valores a devolver havia sido desenvolvida, embora ainda dependesse de ajustes.

conta de luz, energia elétrica
Conta de energia elétrica. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Campanha não esclarece o destino do benefício

A suspensão da reforma tributária também foi defendida pelo coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN).

Em maio, Marinho afirmou que a candidatura estudava apresentar uma proposta de emenda à Constituição para interromper a implementação do novo sistema por um ano. Posteriormente, passou a defender uma revisão da reforma, sem necessariamente paralisar todas as suas etapas.

A diferença entre suspender integralmente a reforma e modificar dispositivos específicos é decisiva para o cashback. No primeiro cenário, a devolução de impostos poderia ser atingida diretamente. No segundo, o benefício poderia ser preservado, desde que fossem mantidas as condições legais e operacionais necessárias ao seu funcionamento.

A campanha também passou a divulgar uma proposta chamada “Vira Pix”, destinada a devolver parte dos gastos dos consumidores. Diferentemente do cashback previsto na reforma tributária, a iniciativa anunciada por Flávio ainda não possui regras detalhadas de funcionamento, financiamento e acesso.

A proposta cria uma situação que exige esclarecimento: enquanto defende suspender a implementação de uma reforma que já prevê a devolução de impostos às famílias mais pobres, o candidato anuncia um mecanismo próprio de restituição de gastos.

Fonte: Blog Bruno Barreto 

A RECICLAGEM

                  " A capacidade de expressar e gerenciar emoções é essencial, mas também o é a capacidade de compreender, interpretar e responder as emoções dos outros." Jonh D. Mayer

                    Hoje tive o prazer de fazer uma visita de cortesia ao meu amigo Henrique Tavares. O popular Henrique do Papelão. Um homem dotado de notável expressão e raciocínio poético.

                      O proprietário  da reciclagem Henrique do Papelão é senhor da melhor forma de expressão, sabe o que dizer e como dizer, tanto no terreno dos fatos, como no domínio das pessoas.

                         É leitor assíduo do Blog Aluizio Lacerda, principalmente da página que este modesto correspondente tem o privilégio de manifestar suas ações de fraternidade e de solidariedade de gratidão e respeito.

                    Unidos pelo mesmo ideal do conhecimento, conversamos sobre politica, religião e esporte, tudo isso testemunhado por sua mãe Joaninha que me dedicou recepção fraterna.

                   Na hora de me despedir, fui surpreendido pela rima iluminada na sua visão poética.

                    " Hoje em plena quinta-feira que grande satisfação;

                       Receber em minha casa, um amigo, um irmão;     

                         E, aqui deixo meu relato, Seja bem-vindo Chico Torquato ao cidadão do Papelão".

                         Quanto a nossa pessoa, humilde e sem os talentos e as virtudes da poesia, assim  me expressei:

                          Há muito tempo que eu não via essa grande amiga minha;

                           Visitar minha amiga Joaninha foi.uma grande alegria, parece que acertei no bolão da loteria.

 CHICO TORQUATO

Pesquisa!

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 50,6% dos votos válidos no segundo turno das eleições presidenciais, contra 49,4% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Vox Radar divulgada nesta sexta-feira (22). O levantamento mostra uma diferença de 1,2 ponto percentual entre os candidatos na disputa pelo Palácio do Planalto. Os votos válidos são aqueles destinados diretamente aos candidatos, sem a inclusão de votos brancos e nulos, e são utilizados pela Justiça Eleitoral para definir o vencedor da eleição.


A pesquisa ouviu 2.100 pessoas entre os dias 20 e 22 de outubro e tem margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03259/2026. Considerando a margem de erro, os números indicam uma disputa apertada entre Lula e Flávio às vésperas da votação deste domingo (25). ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

quinta-feira, outubro 22

Tudo pode acontecer!

ELEIÇÕES 2026 • Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados, com 50% dos votos válidos cada, na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial.


No total de intenções de voto, Flávio registra 47%, enquanto Lula aparece com 46%. Brancos, nulos e nenhum somam 5%, e 2% dos entrevistados estão indecisos.


O levantamento ouviu 2.154 pessoas entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Lula empata com Flávio nos votos válidos no Datafolha e aprovação supera desaprovação


Foto: Lula (à esq) e Flávio Bolsonaro (à dir) participaram de sabatinas na TV Globo — Foto: Divulgação

g1

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), a três dias do segundo turno, mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto, e Lula tem 46%, em empate técnico. Brancos e nulos somam 5%, os indecisos são 2%.

Em votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 50%. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições.

Veja os números:

  • Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 47% na pesquisa do dia 15 e 49% na pesquisa do dia 8)
  • Lula (PT): 46% (eram 45% nas duas pesquisas)
  • Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 6% no dia 15 e 5% no dia 8)
  • Indecisos: 2% (eram 2% no dia 15 e 1% no dia 8)

O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo. O Datafolha ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 22 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-09709/2026.

O Datafolha mostra que 94% dos eleitores entrevistados estão totalmente decididos sobre o voto, e 6% ainda podem mudar.

Rejeição

O Datafolha mostra também que Flávio Bolsonaro tem uma rejeição de 46% (eram 44% na pesquisa anterior), enquanto a rejeição de Lula é de 45% (eram 46%).

Segundo a pesquisa, 3% dos eleitores dizem rejeitar ambos, e 6% não rejeitam nenhum dos dois.

Aprovação do governo Lula

  • Aprovam: 49% (eram 48%)
  • Desaprovam: 48% (eram 50% na pesquisa anterior)
  • Não sabe: 2% (eram 3%)

Avaliação do governo Lula

  • Ruim/péssimo: 39% (eram 41%)
  • Ótimo/bom: 36% (eram 35%)
  • Regular: 24% (eram 23%)
  • Não sabe: 1% (era 1%)

Fonte:Blog Bruno Barreto 

Caindo na real!

Lula (PT) ampliou de quatro para 15 pontos percentuais sua vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). O levantamento sobre o segundo turno presidencial mostra que 48% dos que escolheram Cury na primeira votação agora apoiam o presidente, enquanto 33% preferem o senador.


Uma semana antes, Lula tinha 34% nesse grupo, contra 30% do adversário, o que representa avanços de 14 e três pontos percentuais, respectivamente. Entre os antigos apoiadores do terceiro colocado, outros 16% pretendem votar em branco, anular ou não comparecer às urnas, e 3% ainda não decidiram.


Flávio, por sua vez, ampliou a liderança entre os eleitores de Ronaldo Caiado (PSD), passando de 42% para 57% em sete dias. Nesse segmento, o apoio a Lula recuou de 23% para 21%, enquanto a parcela que declara voto branco, nulo ou abstenção corresponde a 22%.


Entre os que votaram em Renan Santos (Missão), o candidato do PL também aparece à frente, com 51%, ante os 40% registrados na pesquisa anterior. Lula avançou de 14% para 25% nesse eleitorado, enquanto 24% indicam voto branco, nulo ou abstenção; Renan adotou neutralidade para a etapa final da disputa presidencial.


O presidente também tem vantagem entre as pessoas que não votaram no primeiro turno ou escolheram o voto branco ou nulo. Nesse conjunto, considerado prioritário pela campanha petista, Lula reúne 40% das intenções de voto, diante dos 36% atribuídos ao candidato do PL na disputa pelo Palácio do Planalto.


Encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, a pesquisa ouviu presencialmente 2.154 eleitores entre 17 e 20 de outubro. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08535/2026.


📸: Renato Pizzutto/Band