domingo, outubro 4

Coligação de Álvaro Dias pede cassação da chapa de Allyson após prisão de ex-prefeito de Baraúna por suspeita de compra de votos



Fotos: Divulgação/Republicanos e União Brasil

A coligação Endireita RN, do candidato Álvaro Dias (PL), acionou o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) neste domingo (4) e pediu a cassação do registro ou do diploma de Allyson Bezerra (União Brasil) e do candidato a vice-governador, Hermano Morais. A representação aponta suspeita de compra de votos em Baraúna, após o ex-prefeito da cidade ser detido por suspeita de compra de votos em favor do candidato do União Brasil e da sua esposa, a candidata a deputada estadual Cinthia de Allyson.

Segundo a ação, o ex-prefeito de Baraúna Aldivon Simão do Nascimento teria sido preso em flagrante por volta das 14h com dinheiro preso a material de campanha de Allyson. As imagens anexadas mostram pelo menos 14 conjuntos: nove cédulas de R$ 20 e cinco de R$ 50, totalizando R$ 430, além de santinhos e adesivos com o número 44. Também aparecem materiais do candidato a deputado federal João Maia.

A coligação sustenta que Aldivon é aliado político de Allyson e pede que a Justiça Eleitoral requisite, em até 24 horas, o auto de prisão em flagrante, os depoimentos, as imagens e o material apreendido. Também solicita perícia nas peças gráficas e acesso a uma eventual extração de dados do celular apreendido.

A ação ainda pede informações sobre uma operação realizada neste domingo em Macau, onde foram apreendidos R$ 12,5 mil em espécie, um cheque de R$ 21,5 mil, equipamentos eletrônicos, material eleitoral e registros com nomes e valores. O objetivo é verificar se existe alguma ligação com a candidatura de Allyson.

No julgamento final, a coligação pede a cassação da chapa formada por Allyson e Hermano, além da aplicação de multa de 50 mil UFIR para Allyson e Aldivon. O processo foi distribuído ao juiz João Afonso Morais Pordeus. Até o momento registrado no documento, não havia decisão judicial nem manifestação das defesas. As acusações ainda serão analisadas pela Justiça Eleitoral.

Fonte: Blog Do BG

Natal e Mossoró nem sempre votam juntas para governador do RN

​Imagem: reprodução

As duas maiores cidades do Rio Grande do Norte nem sempre seguiram o mesmo caminho nas eleições para governador.

Um cruzamento da votação em Natal e Mossoró nas eleições realizadas entre 1994 e 2022 revela diferenças importantes no comportamento eleitoral das duas cidades e mostra que ganhar uma delas (mesmo por ampla margem) nunca foi condição obrigatória para conquistar o Governo do Estado.

Considerando o turno decisivo de cada eleição, o quadro é o seguinte:

AnoVencedor no RNVencedor em NatalVencedor em Mossoró
1994GaribaldiGaribaldi — 56,26%Lavoisier — 50,01%
1998GaribaldiGaribaldi — 49,65%Garibaldi — 47,29%
2002WilmaWilma — 72,98%Wilma — 58,94%
2006WilmaWilma — 52,44%Garibaldi — 59,04%
2010RosalbaRosalba — 39,19%Rosalba — 84,93%
2014RobinsonRobinson — 52,02%Robinson — 71,66%
2018FátimaCarlos Eduardo — 60,76%Fátima — 54,17%
2022FátimaFátima — 49,93%Fátima — 60,67%

O levantamento começa em 1994 porque é a partir daí que a desagregação municipal da série histórica consultada permite uma comparação sistemática entre as duas cidades.

Em 1994, Mossoró ficou contra o resultado estadual

A primeira eleição da comparação já mostra que as duas cidades podiam caminhar em direções diferentes.

Garibaldi Alves Filho venceu o Rio Grande do Norte no primeiro turno com 52,67%.

Natal contribuiu para essa vitória: Garibaldi conseguiu 122.196 votos, ou 56,26%.

Mossoró, entretanto, preferiu Lavoisier Maia.

Lavoisier obteve 32.805 votos na cidade, equivalentes a 50,01%, enquanto Garibaldi recebeu 25.661.

Quatro anos depois, o cenário mudou. Garibaldi venceu tanto Natal quanto Mossoró e conquistou a reeleição.

Wilma constrói uma enorme vantagem em Natal em 2002

Uma das maiores diferenças da série ocorreu em 2002.

No segundo turno contra Fernando Freire, Wilma de Faria conquistou impressionantes 72,98% dos votos válidos de Natal: 242.417 votos.

Fernando Freire ficou com 89.758.

Wilma também ganhou em Mossoró, mas com vantagem proporcionalmente menor: 58.239 votos, ou 58,94%, contra 40.579 de Freire.

A eleição terminou com Wilma eleita governadora com 61,05% dos votos válidos do Estado.

Em 2006, Natal e Mossoró ficam em lados opostos

Quatro anos depois ocorreu uma divisão clara.

Wilma venceu Garibaldi Alves em Natal:

Wilma — 52,44%
Garibaldi — 47,56%

Mossoró fez a opção inversa:

Garibaldi — 59,04%
Wilma — 40,96%

A diferença mostra que Wilma conseguiu ser reeleita governadora mesmo sofrendo uma derrota de aproximadamente 18 pontos percentuais na segunda maior cidade do Estado.

Rosalba produz resultado excepcional em Mossoró

Nenhuma eleição da série mostra uma diferença tão grande entre Natal e Mossoró para o mesmo candidato quanto 2010.

Rosalba Ciarlini recebeu 39,19% dos votos válidos de Natal.

Em Mossoró, sua principal base política, alcançou 84,93%.

Foram 98.964 votos para Rosalba somente em Mossoró.

A distância entre seu desempenho proporcional nas duas cidades chegou a 45,74 pontos percentuais.

Rosalba venceu o Estado no primeiro turno com 52,52%.

O resultado mostra o peso extraordinário que sua base mossoroense teve naquela eleição, embora sua vitória estadual evidentemente dependesse também dos votos obtidos nas demais regiões.

Mossoró dá 71,66% a Robinson

A eleição seguinte manteve Mossoró muito acima da média estadual na votação do candidato vencedor.

Robinson Faria derrotou Henrique Alves no segundo turno de 2014 por 54,42% a 45,58%.

Natal apresentou resultado próximo ao estadual:

Robinson — 52,02%
Henrique — 47,98%

Mossoró foi muito diferente:

Robinson — 71,66%
Henrique — 28,34%

Foram 79.619 votos para Robinson contra 31.484 para Henrique.

Enquanto Robinson abriu pouco mais de quatro pontos percentuais de vantagem em Natal, em Mossoró a diferença superou 43 pontos.

2018 produz a maior ruptura entre Natal e Mossoró

Se 2006 colocou as duas cidades em campos diferentes, 2018 repetiu a situação de forma ainda mais evidente.

Carlos Eduardo Alves, ex-prefeito da capital, dominou a eleição em Natal.

Recebeu 254.199 votos, ou 60,76%.

Fátima Bezerra ficou com 164.135, correspondentes a 39,24%.

Em Mossoró ocorreu o contrário.

Fátima venceu com 68.713 votos e 54,17%, enquanto Carlos Eduardo teve 58.145 e 45,83%.

O resultado estadual terminou muito mais próximo do comportamento de Mossoró do que do da capital: Fátima foi eleita com 57,60% dos votos válidos.

Assim, Fátima chegou ao Governo do Estado mesmo perdendo Natal por mais de 90 mil votos.

Quatro anos depois, Fátima vence nas duas

A eleição de 2022 alterou novamente o mapa.

Fátima passou de 39,24% em Natal no segundo turno de 2018 para 49,93% no primeiro turno de 2022, ficando à frente dos demais candidatos na capital.

Em Mossoró, chegou a 60,67%, com 78.429 votos.

Fábio Dantas obteve 15,13% em Mossoró e Styvenson Valentim, 18,56%.

Fátima terminou reeleita no primeiro turno em todo o Rio Grande do Norte, com 1.066.496 votos.

Natal acompanhou mais vezes o vencedor estadual

Considerando as oito eleições entre 1994 e 2022, Natal deu a maior votação ao candidato que terminou governador em sete ocasiões.

A exceção foi 2018, quando Carlos Eduardo venceu na capital e Fátima venceu no Estado.

Mossoró coincidiu com o vencedor estadual em seis das oito eleições.

As exceções foram 1994, quando Lavoisier venceu na cidade e Garibaldi levou o Estado, e 2006, quando Garibaldi ganhou em Mossoró, mas Wilma foi reeleita governadora.

Mossoró apresenta resultados mais extremos

Outro fenômeno aparece quando se observa não apenas quem ganhou, mas o tamanho das vantagens.

Mossoró registrou três votações muito expressivas para candidatos vencedores:

Rosalba — 84,93% em 2010
Robinson — 71,66% em 2014
Fátima — 60,67% em 2022

Natal teve seu resultado mais desequilibrado da série em 2002, quando Wilma conquistou 72,98% contra Fernando Freire.

A comparação também mostra a velocidade das mudanças no comportamento eleitoral mossoroense.

Em apenas oito anos, a cidade passou de 84,93% para Rosalba em 2010, uma candidatura associada à tradição política local, para 71,66% para Robinson Faria em 2014 e, posteriormente, deu maioria a Fátima Bezerra em 2018 e 2022.

As duas maiores cidades não determinam sozinhas a eleição

Talvez a principal conclusão histórica seja justamente que nenhuma das duas cidades funciona isoladamente como uma espécie de prévia obrigatória do resultado estadual.

Garibaldi venceu em 1994 perdendo Mossoró.

Wilma venceu em 2006 perdendo Mossoró.

Fátima venceu em 2018 perdendo Natal, e por larga margem.

Ao mesmo tempo, as diferenças entre as duas maiores cidades revelam parte da geografia política do Rio Grande do Norte.

Natal apresentou, em vários pleitos, resultados mais próximos da média estadual. Mossoró produziu algumas das maiores concentrações de votos em torno de uma candidatura, como ocorreu com Rosalba em 2010 e Robinson em 2014.

O cruzamento das urnas mostra, sobretudo, que Natal e Mossoró nem sempre falaram a mesma língua na hora de escolher o governador, e que o caminho para chegar ao Governo do Rio Grande do Norte passa por uma geografia eleitoral muito mais ampla do que suas duas maiores cidades.

Fonte:Blog Bruno Barreto 

sábado, outubro 3

Quaest: Allyson cai oito pontos, Cadu sobe seis e cenário é de empate técnico na véspera da eleição

​Imagem: reprodução

G1RN

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo do RN. O resultado aponta para um segundo turno no estado entre Allyson (União) e Cadu de Lula (PT).

Votos válidos

  • Allyson (UNIÃO): 37%
  • Cadu de Lula (PT): 32%
  • Álvaro Dias (PL): 29%
  • Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1%
  • Arinalda do MLB (UP): 0
  • Dário Barbosa (PSTU): 0
  • Henrique Lyra (PCO): 0
  • Godeiro Linhares (DC): 0

O que são votos válidos?

É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Como a Quaest calcula os votos válidos?

A Quaest leva em consideração as intenções de voto da pesquisa e o perfil de comparecimento para estimar os votos válidos. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.

O levantamento foi encomendado pela Inter TV e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o TSE: RN-09644/2026.

Votos totais

Veja agora o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos.

  • Allyson (UNIÃO): 31% (eram 39% em 25 de setembro)
  • Cadu de Lula (PT): 27% (eram 21%)
  • Álvaro Dias (PL): 24% (eram 18%)
  • Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1% (era 1%)
  • Professor Roberio Paulino (PSOL): 1% (era 0)
  • Arinalda do MLB (UP): 0 (era 0 )
  • Godeiro Linhares (DC): 0 (era 0)
  • Henrique Lyra (PCO): 0 (era 0 )
  • Dário Barbosa (PSTU): 0 (era 0)
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 2% (eram 10%)
  • Branco/nulo: 14% (eram 11%)

Pesquisa espontânea

Veja agora a pesquisa espontânea, em que os eleitores respondem sem ter acesso a uma lista de candidatos.

Esses resultados ajudam a medir o grau de consolidação do voto. Quanto maior o número de indecisos na véspera, menos consolidado está o voto e maior a possibilidade de mudanças em relação ao resultado de domingo.

  • Allyson (UNIÃO): 27% (eram 29% em 25 de setembro)
  • Álvaro Dias (PL): 19% (eram 11%)
  • Cadu de Lula (PT): 18% (eram 11%)
  • Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1% (era 0)
  • Professor Roberio Paulino (PSOL): 0 (era 0)
  • Godeiro Linhares (DC): 0 (era 0)
  • Henrique Lyra (PCO): 0 (era 0 )
  • Arinalda do MLB (UP): 0 (era 0 )
  • Dário Barbosa (PSTU): 0 (era 0)
  • Outros: 1 (era 0)
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 26% (eram 43%)
  • Branco/nulo: 8% (eram 6%)

Decisão do voto

Entre os eleitores que declaram voto em um candidato, 85% dizem que a decisão é definitiva. Outros 15% afirmam que ainda podem mudar de ideia.

  • Escolha é definitiva: 85% (eram 77% em 25 de setembro)
  • Pode mudar: 15% (eram 23%)
  • Não sabe/não respondeu: 0 (era 0)

Interesse pela eleição

  • Muito interessado: 42% (eram 33% em 25 de setembro)
  • Pouco interessado: 36% (eram 37%)
  • Nada interessado: 21% (eram 29%)
  • Não sabe/não respondeu: 1% (era 1%)

Cenários de 2º turno

A Quaest simulou também cenários de 2º turno. Veja os números:

Cenário 1:

  • Cadu de Lula (PT): 40% (eram 39% em 25 de setembro)
  • Álvaro Dias (PL): 35% (eram 37%)
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 6% (eram 5%)
  • Branco/nulo: 19% (eram 19%)

Cenário 2:

  • Allyson (UNIÃO): 44% (eram 50% em 25 de setembro)
  • Cadu de Lula (PT): 34% (eram 30%)
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 6% (eram 6%)
  • Branco/nulo: 16% (eram 14%)

Cenário 3:

  • Allyson (UNIÃO): 46% (eram 49% em 25 de setembro)
  • Álvaro Dias (PL): 29% (eram 27%)
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 6% (eram 5%)
  • Branco/nulo: 19% (eram 19%)

Fonte: Blog Bruno Barreto 


Quaest: Styvenson segue na dianteira, Coronel Hélio assume segundo lugar em triplo empate técnico com Samanda e Zenaide

​Imagem: reprodução

Por g1

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo Senado no Rio Grande do Norte. Neste domingo (4), cada eleitor terá que votar em dois candidatos. Coronel Hélio (PL) e Samanda de Lula (PT) estão tecnicamente empatados na disputa pela segunda vaga ao Senado.

Pesquisa espontânea

Primeiro, a Quaest perguntou aos eleitores em quem eles votariam, sem mostrar a lista de candidatos. Essa é a pesquisa espontânea, e 41% dos entrevistados não citaram um nome na resposta. Por isso, são considerados indecisos (ao final da reportagem, veja os dados da pesquisa espontânea).

Os resultados da pesquisa espontânea ajudam a medir o grau de consolidação do voto. Quanto maior o número de indecisos na véspera, menos consolidado está o voto e maior a possibilidade de mudanças em relação ao resultado de domingo.

Pesquisa estimulada – votos válidos

Já na pesquisa estimulada, os nomes e partidos dos candidatos são apresentados aos entrevistados. Cada eleitor escolhe um nome para a primeira vaga no Senado e outro para a segunda.

O dado abaixo considera os votos válidos. Esse cálculo exclui os votos em branco e nulos e, também, os eleitores indecisos.

  • Styvenson Valentim (PODEMOS): 27%
  • Coronel Hélio (PL): 20%
  • Samanda de Lula (PT): 18%
  • Zenaide Maia (PSD): 17%
  • Rafael Motta (PDT): 12%
  • Sandro Pimentel (PSOL): 2%
  • Tércio Tinôco (UNIÃO): 2%
  • Gari Wendell Batista (AGIR): 1%
  • Rosália Fernandes (PSTU): 1%
  • Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR): 0
  • Luciana Mandu (PSTU): 0
  • Professor Guilherme (UP): 0
  • Sonia Godeiro (PSOL): 0

O que são votos válidos?

É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Como a Quaest calcula os votos válidos?

A Quaest leva em consideração as intenções de voto da pesquisa e o perfil de comparecimento para estimar os votos válidos. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.

Pesquisa estimulada – Votos totais

Veja agora os números de votos totais, incluindo os votos em branco e nulos e os indecisos.

Resultado agregado (1ª e 2ª vaga)

  • Styvenson Valentim (PODEMOS): 18% (eram 19% em 25 de setembro)
  • Coronel Hélio (PL): 13% (eram 9%)
  • Samanda de Lula (PT): 12% (eram 9%)
  • Zenaide Maia (PSD): 11% (eram 12%)
  • Rafael Motta (PDT): 8% (eram 7%)
  • Rosália Fernandes (PSTU): 1% (era 1%)
  • Sandro Pimentel (PSOL): 1% (era 1%)
  • Gari Wendell Batista (AGIR): 1% (era 1%)
  • Tércio Tinôco (UNIÃO): 1% (era 1%)
  • Luciana Mandu (PSTU): 0 (era 0)
  • Professor Guilherme (UP): 0 (era 0)
  • Sonia Godeiro (PSOL): 0 (era 0)
  • Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR): 0 (era 0)
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 11% (eram 17%)
  • Branco/nulo: 23% (eram 23%)

Voto para 1ª vaga

  • Styvenson Valentim (PODEMOS): 28%
  • Samanda de Lula (PT): 16%
  • Zenaide Maia (PSD): 12%
  • Coronel Hélio (PL): 10%
  • Rafael Motta (PDT): 6%
  • Rosália Fernandes (PSTU): 1%
  • Sandro Pimentel (PSOL): 1%
  • Gari Wendell Batista (AGIR): 1%
  • Tércio Tinôco (UNIÃO): 1%
  • Luciana Mandu (PSTU): 0
  • Professor Guilherme (UP): 0
  • Sonia Godeiro (PSOL): 0
  • Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR): 0%
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 6%
  • Branco/nulo: 18%

Voto para 2ª vaga

  • Coronel Hélio (PL): 15%
  • Rafael Motta (PDT): 10%
  • Zenaide Maia (PSD): 10%
  • Samanda de Lula (PT): 8%
  • Styvenson Valentim (PODEMOS): 8%
  • Sandro Pimentel (PSOL): 2%
  • Gari Wendell Batista (AGIR): 1%
  • Rosália Fernandes (PSTU): 1%
  • Tércio Tinôco (UNIÃO): 1%
  • Luciana Mandu (PSTU): 0
  • Professor Guilherme (UP): 0
  • Sonia Godeiro (PSOL): 0
  • Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR): 0
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 16%
  • Branco/nulo: 28%

Decisão do voto

Para 16%, a escolha de voto para o Senado ainda pode mudar. Outros 83% dizem que a decisão é definitiva.

  • Escolha é definitiva: 83% (eram 71% em 25 de setembro)
  • Pode mudar: 16% (eram 29%)
  • Não sabe/não respondeu: 1% (era 0)

Pesquisa espontânea

  • Styvenson Valentim (PODEMOS): 14% (eram 11% em 25 de setembro)
  • Coronel Hélio (PL): 10% (eram 4%)
  • Samanda de Lula (PT): 8% (eram 3%)
  • Zenaide Maia (PSD): 7% (eram 6%)
  • Rafael Motta (PDT): 5% (eram 3%)
  • Gari Wendell Batista (AGIR): 1% (era 0)
  • Rosália Fernandes (PSTU): 1% (era 0)
  • Sandro Pimentel (PSOL): 1% (era 0)
  • Tércio Tinoco (União): 0 (era 0)
  • Professor Guilherme (UP): 0 (era 0)
  • Luciana Mandu (PSTU): 0 (era 0)
  • Clóvis Costa do Coletivo Nós (Agir): 0 (era 0)
  • Sônia Godeiro (PSOL): 0 (era 0)
  • Outros: 1% (era 0%)
  • Indecisos/não sabe/não respondeu: 41% (eram 61%)
  • Branco/nulo: 11%

O levantamento foi encomendado pela Inter TV e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o TSE: RN-09644/2026.

Fonte: Blog Bruno Barreto 

PESQUISA DATAFOLHA: Lula tem 45% e Flávio Bolsonaro, 42% em votos válidos, com empate técnico na véspera do 1º turno

​

Fotos: Anderson Coelho e Tita Barros/Reuters

Em pesquisa divulgada pelo Datafolha na véspera do primeiro turno da eleição deste ano, Lula (PT) registra 45% das intenções de votos válidos, ante 42% de Flávio Bolsonaro (PL), uma situação de empate técnico. Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (1), o presidente marcava 45% e o senador, 40%.

Em votos válidos, longe dos líderes da corrida vêm Ronaldo Caiado (PSD, 4%), Renan Santos (Missão, 3%), Augusto Cury (Avante, 3%) e Romeu Zema (Novo, 1%). Os demais não pontuaram.

Voto válido é como a Justiça Eleitoral realizará o escrutínio no pleito deste domingo (4): excluindo quem optou por branco ou pressionou número inexistente na urna, anulando o sufrágio. No caso das pesquisas, são retirados da conta também aqueles que se declaram indecisos.

Para um candidato vencer no primeiro turno, ele precisa ter 50% dos votos válidos mais um. Levantamentos são indicadores do momento do eleitorado, não projeções, e o resultado é multifatorial, dependendo de abstenção, movimentos de última hora e tendências não reveladas.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo e ouviu 4.006 eleitores de 16 anos ou mais, neste sábado (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95 %. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-01708-2026.

PESQUISA VERITÁ: Álvaro cresce, ultrapassa Allyson e aparece no segundo turno com Cadu Xavier


Pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (3) mostra Álvaro Dias (PL) à frente de Allyson Bezerra (União) na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte e aponta, no cenário pesquisado, Álvaro no segundo turno com Cadu Xavier (PT).

Considerando os votos válidos, Cadu aparece com 44,6%, seguido por Álvaro Dias, com 28,3%, e Allyson, com 25,1%. No cenário com todos os votos, os percentuais são de 43,7% para Cadu, 27,7% para Álvaro e 24,6% para Allyson.

O resultado coloca Álvaro na segunda posição no levantamento, 3,2 pontos percentuais à frente de Allyson nos votos válidos, indicando um cenário de segundo turno entre Álvaro e Cadu caso esses percentuais se confirmem nas urnas.

A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro, com 1.220 eleitores. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-06513/2026.

Fonte: Blog do BG

R$ 400 mil apreendidos pela PF eram de Jorge do Rosário; candidato afirma que dinheiro era para obrigações comerciais e folha de pagamento da Repav


Foto: Jornal de Fato

Os R$ 400 mil em espécie apreendidos pela Polícia Federal na quinta-feira (1º), em Mossoró, foram sacados de uma conta bancária da Repav Rosário Edificações e Pavimentação Ltda., empresa que tem entre seus sócios o candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PL). A informação consta nos documentos do inquérito instaurado pela PF para apurar, em tese, possíveis crimes de corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro.

Segundo a investigação, o saque de R$ 400 mil havia sido provisionado na conta da Repav e seria realizado por José Ferreira do Rosário Neto, irmão de Jorge e sócio minoritário da empresa. Policiais federais acompanharam a movimentação e abordaram José Ferreira após a retirada. Ele estava com duas sacolas contendo exatamente R$ 400 mil e dois aparelhos celulares, que também foram apreendidos.

Em nota divulgada após a repercussão do caso, a assessoria de Jorge do Rosário afirmou que o dinheiro não tinha relação com a campanha eleitoral e que seria destinado ao pagamento de obrigações comerciais e da folha de pessoal da Repav no fim do mês.

“O valor objeto da ocorrência destinava-se ao pagamento de obrigações comerciais e de folha de pessoal da empresa em final de mês, tratando-se de questão de natureza estritamente empresarial/privada”, afirmou a assessoria.

A nota sustenta ainda que Jorge do Rosário está afastado da administração cotidiana da empresa e que não teria participado da operação financeira. A assessoria também declarou que o candidato “não recebeu, não movimentou nem auferiu qualquer benefício” relacionado ao valor apreendido.

Os documentos da PF mostram que a investigação teve origem em comunicação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre uma movimentação considerada atípica. Em relatório anexado ao inquérito, Repav e Jorge Ricardo do Rosário aparecem entre os principais envolvidos apontados no relatório de inteligência financeira analisado pela polícia. O próprio documento ressalva que os valores totais apresentados nos relatórios financeiros não correspondem necessariamente a operações ilícitas, pois podem incluir a movimentação integral das contas analisadas.

A Polícia Federal também registrou que chamou a atenção dos investigadores a existência de outro saque de R$ 400 mil realizado às vésperas das eleições de 2022, período em que Jorge do Rosário também disputava uma vaga de deputado estadual. Segundo a representação apresentada à Justiça Eleitoral, esse episódio, somado ao valor elevado da retirada e à proximidade das eleições de 2026, motivou o aprofundamento da apuração.

No relatório financeiro anexado aos autos, José Ferreira aparece como responsável pelo saque de R$ 400 mil investigado. A documentação registra ainda comunicações anteriores envolvendo movimentações em espécie relacionadas à Repav e aos seus responsáveis.

A PF pediu à Justiça Eleitoral autorização para acessar os dados armazenados nos dois celulares apreendidos. De acordo com a representação, a análise poderá ajudar a identificar quem determinou e coordenou a retirada, qual seria a destinação do dinheiro e se existe ou não relação dos recursos com a campanha eleitoral.

Em comunicado oficial divulgado no dia da apreensão, a Polícia Federal informou que os R$ 400 mil estavam sob suspeita de possível utilização ilícita para favorecimento de campanha eleitoral, mas destacou que as diligências prosseguem para esclarecer os fatos e verificar eventual ocorrência de crimes eleitorais. Até o momento, portanto, trata-se de uma investigação em andamento, e a finalidade efetiva do dinheiro ainda é objeto de apuração. Serviços e Informações do Brasil

A assessoria de Jorge do Rosário afirmou confiar “no pleno e regular esclarecimento dos fatos pelos órgãos competentes”.

Fonte: Blog Bruno Barreto 

O POVO É MEU COMBUSTÍVEL! ❤️🇧🇷


Entrei nessa campanha ao lado do povo e chego até aqui abastecido pela força dos trabalhadores e trabalhadoras que encontrei. Hoje, foi mais uma caminhada de olho no olho, abraço e muita gente na rua.

Amanhã, o povo de São Paulo vai apertar 13 para seguir avançando sem abrir mão da soberania brasileira.

É Lula, Haddad, Simone Tebet e Marina Silva nesta reta final. ⭐️

📸 Ricardo Stuckert

Propaganda eleitoral - Coligação Brasil pronto pra mais: PSB/PDT/Federação Fé Brasil(PT/PCdoB/PV)/Federação PSOL-REDE (PSOL/REDE). CNPJ: 68.475.818/0001-02.

CNT/MDA: Lula tem 47,8% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro 42,1% no primeiro turno

​Fotomontagem: ICL Notícias

Por ICL Notícias 

Em pesquisa divulgada neste sábado (3) pela CNT/MDA, o presidente Lula tem 47,8% do total de votos válidos (desconsiderando brancos e nulos) da preferência no cenário de primeiro turno da disputa à Presidência. O senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL) regisåtra 42,1%.

Na sequência, o candidato Augusto Cury (Avante) pontua 3,6%, seguido de Ronaldo Caiado (PSD) com 3,4%, Renan Santos (Missão) com 1,7% e Romeu Zema (Novo) com 0,9%.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 43,1% das intenções de voto, seguido pelo candidato do PL Flávio Bolsonaro, com 38,0%. Em seguida, aparecem Augusto Cury, com 3,2%; Ronaldo Caiado, com 3,0%; Renan Santos, com 1,5%; e Romeu Zema, com 0,8%. Outros candidatos somam 0,5%, enquanto 4,0% dos entrevistados declararam voto em branco ou nulo e 4,7% permanecem indecisos.

Em cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, 47,3% dos entrevistados dizem que votariam em Lula, enquanto 43,1% escolheriam Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 7,6%, e 1,9% não souberam ou não responderam.

O levantamento também mostra avaliação do governo do presidente Lula: 35,3% dos entrevistados consideram o desempenho do governo como positivo, enquanto 22,7% avaliam como regular e 41,1%, como negativo. Já em relação ao desempenho pessoal do presidente, 47,4% aprovam e 49,2% desaprovam sua atuação.

Em relação à decisão de voto, pesquisa mostra que 87,6% dos eleitores afirmam que sua decisão de voto é definitiva, enquanto 12,4% ainda podem mudar de opinião até o dia da eleição.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 eleitores, entre os dias 29 de setembro e 02 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Fonte : Blog Bruno Barreto 

Dinheiro pego pela polícia federal em Mossoró estava com o irmão do deputado Jorge do Rosário!


​O dinheiro apreendido pela Polícia Federal em Mossoró estava com José Ferreira do Rosário Neto, irmão do candidato a deputado estadual Jorge Ricardo do Rosário. A ação teve foco no combate a crimes eleitorais.

De acordo com o documento da investigação, o inquérito foi instaurado para apurar suspeitas de corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro. 

A apuração teve origem em uma comunicação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre uma operação financeira atípica.

O comunicado apontou o provisionamento de um saque em espécie de R$ 400 mil da conta bancária da empresa Repav Rosário Edificações e Pavimentação Ltda. 

Jorge Ricardo do Rosário é identificado no documento como sócio majoritário e administrador da empresa.

Ainda conforme o documento, a retirada seria realizada por José Ferreira do Rosário Neto, que também é sócio minoritário da empresa. 

O trecho apresentado não esclarece se os R$ 400 mil correspondem integralmente à quantia apreendida.

A investigação busca esclarecer a movimentação financeira e sua eventual relação com crimes eleitorais.