Em entrevista a 96 FM, o pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, o secretário estadual da fazenda Cadu Xavier (PT), reforçou a estratégia do PT para a sucessão estadual. Segundo ele, a prioridade máxima do grupo político é manter a gestão nas mãos do partido caso a atual governadora renuncie em abril para disputar uma vaga no Senado Federal.
Cadu explicou que, com a saída do vice-governador Walter Alves (MDB) do processo sucessório para ser candidato a deputado estadual, a tese defendida pelo partido é de que o governo continue sendo liderado por alguém do PT. Ele se colocou como o ‘nome natural’ para assumir o cargo a partir de abril, mas ressaltou que o projeto é coletivo.
“Meu nome é um nome natural, sim. Teria um orgulho imenso de assumir o governo, mas se não for possível numa contagem de votos dentro da Assembleia, outro nome nosso pode assumir. O que não abrimos mão é que seja uma pessoa do PT”, afirmou.
O ponto central da estratégia reside na Assembleia Legislativa, já que uma eleição indireta seria necessária caso a governadora e o vice deixem os cargos. Cadu foi enfático ao dizer que a renúncia da governadora está condicionada à segurança de que a oposição não assumirá o poder durante o período eleitoral.
Cadu classificou a entrega do governo para a oposição como um ‘suicídio político’. Ele mencionou que mantém boa relação com os deputados e que já recebeu sinalizações positivas de apoio na Casa.
A confirmação de que a votação na Assembleia será aberta, feita pelo presidente da casa Ezequiel Ferreira (PSDB), foi vista por Cadu como um ponto importante na estratégia de consolidação da maioria. “Se não criarmos esse ambiente de maioria que nos dê tranquilidade, o que é inimaginável é passar o governo para a mão da oposição. A última cartada é dela [da governadora]”, concluiu.
Fonte: Blog Bruno Barreto

Foto: CNN




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