domingo, março 29

Lula tem quase 20 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no RN


Foto: Wilton Junior/Estadão

O Potengi

A pesquisa Media/O Potengi de março de 2026 mostra o presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no Rio Grande do Norte. No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor, Lula aparece com 48,2%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) soma 30,6%.

Bem atrás dos dois primeiros colocados, aparecem Ratinho Jr (PSD), com 2,6%, Ronaldo Caiado (PSD), com 1,6%, e Romeu Zema (Novo), com 1,3%. Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) registram 0,8% cada. Os votos branco e nulo somam 3,5%, enquanto 10,6% disseram não saber ou não responderam.

Nos votos válidos, critério que exclui brancos, nulos e indecisos, Lula chega a 56,4%, contra 35,7% de Flávio Bolsonaro. Os demais nomes ficam abaixo de 3%: Ratinho Jr tem 2,5%, Ronaldo Caiado aparece com 1,9%, Romeu Zema com 1,6%, Renan Santos com 1,0% e Aldo Rebelo com 0,9%.

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado responde sem receber uma lista de nomes, Lula também lidera, com 40,9%. Flávio Bolsonaro aparece em segundo, com 21,5%. Depois vêm Tarcísio de Freitas, com 2,6%, Ciro Gomes, com 2,1%, Romeu Zema, com 0,8%, Ronaldo Caiado, com 0,7%, Ratinho Jr, com 0,5%, e Eduardo Leite, com 0,4%. Nesse cenário, 23,6% disseram não saber ou não responderam, e 6,9% citaram branco ou nulo.

O levantamento também mostra que Lula lidera em todas as mesorregiões do estado no cenário estimulado. No Leste Potiguar, ele tem 46,2%, contra 36,2% de Flávio Bolsonaro. No Oeste Potiguar, a vantagem é de 49,8% a 25,9%. No Central Potiguar, Lula marca 49,3%, ante 25,4% do adversário. Já no Agreste Potiguar, o petista registra 50,7%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 26,8%.

Dados técnicos

Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RN-07240/2026. O levantamento foi realizado pelo Media Inteligência em Pesquisas, contratado pela Potengi Comunicação Ltda. Foram ouvidos 2.000 eleitores entre 23 e 26 de março de 2026, em 82 municípios do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta foi presencial, em domicílios e locais de fluxo.

Fonte: Blog Bruno Barreto 


Já tem pré -candidato que se diz ao Senado, com histórico de ficha suja e falastrão pegando ar!

Na primeira pesquisa sem Fátima, Styvenson e Zenaide lideram


Imagem: reprodução/O Potengi

O Potengi

A pesquisa do instituto Media Inteligência para o Senado no Rio Grande do Norte, no cenário estimulado com Coronel Hélio, mostra Styvenson Valentim na dianteira tanto no primeiro quanto no segundo voto. Como a eleição de 2026 terá duas vagas em disputa, o levantamento apresenta separadamente a intenção do eleitor para o primeiro e para o segundo voto.

Primeiro voto

No primeiro voto para o Senado, Styvenson Valentim aparece com 38,2% das intenções de voto. Em seguida estão Zenaide Maia, com 18,7%, Coronel Hélio, com 5,6%, Jean Paul, com 5,1%, e Samanda Alves, com 4,6%. Os votos branco/nulo somam 4,2%, enquanto 23,6% disseram não saber ou não responderam.

Segundo voto

No segundo voto, Styvenson Valentim também lidera, com 26,2%. Zenaide Maia tem 24,1%, Coronel Hélio aparece com 10,7%, Jean Paul registra 8,0% e Samanda Alves soma 4,9%. Neste recorte, 4,6% disseram votar em branco ou nulo, e 21,5% não souberam ou não responderam.

Soma das opções de voto

Na soma do primeiro e do segundo voto, Styvenson Valentim alcança 64,4%, seguido por Zenaide Maia, com 42,8%. Depois aparecem Coronel Hélio, com 16,3%, Jean Paul Prates, com 13,1%, e Samanda Alves, com 9,5%.

Espontânea

Já na consulta espontânea, quando os nomes não são apresentados ao entrevistado, Styvenson Valentim aparece com 25,8%, Zenaide Maia tem 10,7%, Fátima Bezerra surge com 6,0%, Coronel Hélio registra 3,0%, Natália Bonavides tem 2,2%, Ezequiel Ferreira aparece com 0,9%, Thabata Pimenta com 0,8%, Jean Paul Prates com 0,7% e Samanda Alves com 0,5%. Os votos branco/nulo somam 4,3%, e 45,1% disseram não saber ou não responderam.

Dados técnicos

Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RN-07240/2026. O levantamento foi realizado pelo Media Inteligência em Pesquisas, contratado pela Potengi Comunicação Ltda. Foram ouvidos 2.000 eleitores entre 23 e 26 de março de 2026, em 82 municípios do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta foi presencial, em domicílios e locais de fluxo.

Fonte;Blog Bruno Barreto 

Álvaro ultrapassa Allyson e Cadu oscila positivamente na pesquisa Media/O Potengi


Foto: reprodução 

O Potengi

A primeira fotografia mais ampla da corrida pelo Governo do Rio Grande do Norte em 2026 mostra um cenário de pré-campanha já configurado, mas ainda longe de definição. Na pesquisa Media/O Potengi estimulada, em que os nomes dos pré-candidatos são apresentados ao entrevistado, Álvaro Dias (PL) aparece com 30,8% das intenções de voto, seguido por Allyson Bezerra (UP), com 27,2%. Como a diferença entre os dois está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o quadro é de empate técnico na liderança. Em seguida vêm Cadu Xavier (PT), com 10,8%, e Robério Paulino, com 2,1%. Brancos e nulos somam 6,3%, enquanto 22,8% disseram não saber ou preferiram não responder.

Os números mantêm a centralidade da disputa, ao menos momentaneamente, entre os dois ex-prefeitos das maiores cidades do estado, Allyson e Álvaro. O candidato governista, Cadu Xavier, ultrapassou a casa dos dois dígitos, após uma oscilação positiva de 1,8%, sem ainda assimilar em seu desempenho o impacto do recuo da governadora Fátima Bezerra em sua decisão de concorrer ao Senado.

O dado mais expressivo, porém, talvez seja o tamanho do contingente que segue fora de definição mesmo na estimulada: quase um quarto do eleitorado ainda não escolhe nenhum nome ou não responde.

Evolução dos números

Na comparação com a rodada anterior, realizada em dezembro de 2025, o movimento mais importante é o crescimento de Álvaro Dias e a retração de Allyson Bezerra. Álvaro sobe de 25,7% para 30,8%, avanço de 5,1 pontos percentuais, enquanto Allyson recua de 31,8% para 27,2%, queda de 4,6 pontos.

Cadu Xavier também cresce, saindo de 9% para 10,8%, e Robério Paulino passa a pontuar com 2,1%. Ao mesmo tempo, o índice de não sabe/não respondeu cai de 29,1% para 22,8%, o que sugere alguma acomodação inicial do eleitorado em torno dos nomes já postos no debate público. Em outras palavras, parte da indefinição começa a se converter em intenção de voto, e essa conversão, neste momento, favorece mais Álvaro do que os adversários.

Cenário espontâneo

No cenário espontâneo, que é o primeiro apresentado ao eleitor, o entrevistado é perguntado sobre sua preferência sem o auxílio de uma lista com prováveis candidatos. Neste cenário, Allyson Bezerra permanece na liderança, marcando 15,5% diante dos  15,4% de Álvaro Dias, em empate absoluto dentro de qualquer leitura estatística.

Cadu Xavier aparece com 6,6%, Styvenson Valentim com 3,4%, Ezequiel Ferreira com 1,3% e Walter Alves com 0,6%. Brancos e nulos somam 7,4%, mas o principal dado é o percentual de 49,8% de não sabe ou não respondeu.

Probabilidade de voto e rejeição

A pesquisa também mediu a probabilidade de voto e rejeição, indicador importante para avaliar o potencial de crescimento e os limites de cada pré-candidato. Nesse bloco, Álvaro Dias e Allyson Bezerra aparecem novamente em patamar semelhante.

Entre os entrevistados, 29,3% dizem que com certeza votariam em Álvaro, e 11,8% afirmam que poderiam votar nele. Somados, os dois índices levam seu potencial de voto a 41,1%. Já 21,9% dizem que não votariam nele de jeito nenhum, 13,9% afirmam não conhecê-lo o suficiente para avaliar e 24,0% não souberam ou não responderam.

No caso de Allyson, 27,2% dizem que votariam com certeza e 13,9% afirmam que poderiam votar, o que lhe dá potencial de 40,5%. Já sua rejeição direta está em 19%, com 14,1% dizendo não conhecê-lo o suficiente e 26,3% sem resposta.

Cadu Xavier, por sua vez, registra 8,8% de voto certo e 14,0% de voto possível, alcançando potencial de 22,8%, mas enfrenta rejeição mais elevada, de 32,2%, além de 22,0% de eleitores que dizem não conhecê-lo o suficiente.

Já Robério Paulino aparece com 1,6% de voto certo e 4% de voto possível. Ele tem 17,2% de rejeição e um índice elevado de desconhecimento: 34% afirmam não conhecê-lo o suficiente para avaliar, enquanto 43,2% não souberam responder.

2º turno

Os cenários de segundo turno mantêm a lógica de disputa aberta observada no primeiro. No confronto entre Álvaro Dias e Allyson Bezerra, Álvaro tem 38,2% e Allyson, 35,9%, com diferença de 2,3 pontos percentuais, o que também configura empate técnico dentro da margem de erro. Nesse cenário, 16,3% não sabem ou não respondem e 9,6% declaram branco ou nulo.

Nos demais cenários testados, Álvaro Dias abre vantagem mais ampla. Contra Cadu Xavier, ele marca 38,5%, ante 21,6% do adversário. Ainda assim, chama atenção o tamanho da indefinição: 29,8% não sabem ou não respondem, e 10,1% indicam branco ou nulo.

No cenário entre Allyson Bezerra e Cadu Xavier, Allyson também abre importante vantagem, somando 37% contra 23% de Cadu, com 30,8% de não sabe/não respondeu e 9,2% de branco ou nulo.

Dados técnicos

Pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RN-07240/2026. O levantamento foi realizado pelo Media Inteligência em Pesquisas, contratado pela Potengi Comunicação Ltda. Foram ouvidos 2.000 eleitores entre 23 e 26 de março de 2026, em 82 municípios do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta foi presencial, em domicílios e locais de fluxo.

Fonte: Blog Bruno Barreto 

PESQUISA MEDIA/GOVERNO/ ESPONTÂNEA: Allyson Bezerra (15,5%) e Álvaro Dias (15,4%) empatam tecnicamente; Cadu Xavier tem 6,6%


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN em quem eles votariam para o Governo do Estado se as eleições fossem hoje.

No cenário espontâneo, Allyson Bezerra (15,5%) e Álvaro Dias (15,4%) empatam tecnicamente. Na sequência aparece Cadu Xavier com 6,6%.

Também foram citados espontaneamente mesmo não sendo pré-candidatos ao cargo: Styvenson Valentim (3,4%), Ezequiel Ferreira (1,3%) e Walter Alves (0,6%).

Branco e nulo somam 7,4%, enquanto 49,8% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Fonte: Blog Do BG

PESQUISA MEDIA/ GOVERNO/ ESTIMULADA: Álvaro Dias lidera com 30,8%; Allyson Bezerra tem 27,2% e Cadu Xavier 10,8%


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN em quem eles votariam para o Governo do Estado se as eleições fossem hoje.

No cenário estimulado, Álvaro Dias cresceu e ultrapassou Allyson Bezerra em relação ao levantamento feito pelo instituto Media em dezembro de 2025.

Álvaro agora lidera com 30,8% das intenções de voto (tinha 25,7% em dez/2025), Allyson caiu e agora tem 27,2% das intenções de voto (tinha 31,8% em dez/2025).

Cadu Xavier saiu de 9% em dezembro de 2025 para 10,8% na pesquisa atual e segue em terceiro. Robério Paulino não constava no levantamento anterior e agora aparece com 2,1%.

Branco/nulo somam 6,3%, enquanto 22,8% não souberam responder.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Fonte: Blog Do BG

Papa Leão XIV diz que Deus não ouve orações de ‘líderes que promovem guerras’


Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane/Foto de arquivo

O Papa Leão XIV disse neste domingo (29) que Deus rejeita as orações de líderes que promovem guerras e que eles têm “mãos cheias de sangue”. As declarações aconteceram enquanto a guerra do Irã entrou em seu segundo mês.

Dirigindo-se a dezenas de milhares de pessoas na Praça de São Pedro no Domingo de Ramos, a celebração que abre a Semana Santa que antecede a Páscoa para os 1,4 bilhão de católicos do mundo, o pontífice chamou o conflito de “atroz” e disse que Jesus não pode ser usado para justificar quaisquer guerras.

“Este é o nosso Deus: Jesus, Rei da Paz, que rejeita a guerra, a quem ninguém pode usar para justificar a guerra”, disse Leão.

PESQUISA MEDIA/PRESIDENTE/ESPONTÂNEA: Lula tem 40,9% e Flávio Bolsonaro 21,5%


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN em quem eles votariam para presidente da República se as eleições fossem hoje.

No cenário espontâneo, Lula lidera com 40,9%, seguido por Flávio Bolsonaro com 21,5% e Tarcísio de Freitas com 2,6%. Outros nomes citados espontaneamente pelos eleitores foram: Ciro Gomes (2,1%), Romeu Zema (0,8%), Ratinho Jr (0,7%), Eduardo Leite (0,5%) e Ronaldo Caiado (0,4%). Branco e nulo somam 6,9%. Outros 23,6% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Finte: Blog Do BG

PESQUISA MEDIA/PRESIDENTE/ ESTIMULADA: Lula tem 48,2% e Flávio Bolsonaro 30,6%


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN em quem eles votariam para presidente da República se as eleições fossem hoje.

No cenário estimulado, Lula lidera com 48,2%, seguido por Flávio Bolsonaro com 30,6%. Na sequência vem Ratinho Jr (2,6%), Ronaldo Caiado (1,6%), Romeu Zema (1,3%), Renan Santos (0,8%) e Aldo Rebelo (0,8%). Branco e nulo somam 3,5% e outros 10,6% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Fonte: Blog Do BG

PESQUISA MEDIA/SENADO/ 1º VOTO: Styvenson Valentin lidera com 38,2%; Zenaide Maia tem 18,7% e Coronel Hélio 5,6%


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN qual seria o 1º voto para senador(a) se as eleições fossem hoje.

No cenário estimulado, Styvenson Valentim lidera com 38,2%, seguido por Zenaide Maia com 18,7% e Coronel Hélio com 5,6%. Na sequência vem Jean Paul Prates com 5,1% e Samanda Alves com 4,6%. Branco e nulo somam 4,2%, enquanto 23,6% não souberam responder.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Fonte: Blog Do BG

PESQUISA MEDIA/ SENADO/ 2º VOTO: Styvenson Valentin lidera com 26,2%; Zenaide Maia tem 24,1% e Coronel Hélio 10,7%


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN qual seria o 2º voto para senador(a) se as eleições fossem hoje.

No cenário estimulado, Styvenson Valentim lidera com 26,2%, seguido por Zenaide Maia com 24,1% e Coronel Hélio com 10,7%. Na sequência vem Jean Paul Prates com 8% e Samanda Alves com 4,9%. Branco e nulo somam 4,6%, enquanto 21,5% não souberam responder.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Fonte: Blog Do BG

PESQUISA MEDIA/DEPUTADO(A) FEDERAL/RN: Natália Bonavides, General Girão, Nina Souza e Robinson Faria são os mais citados


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN em quem eles votariam para deputado(a) federal se as eleições fossem hoje.

Os nomes mais citados foram os de Natália Bonavides (5,2%), General Girão (3,6%), Nina Souza (2,55%), Robinson Faria (2,15%) e João Maia (2,15%).

Branco e nulo somam 14,2% enquanto 53,1% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Fonte Blog Do BG

PESQUISA MEDIA/DEPUTADO(A) ESTADUAL/RN: Ezequiel Ferreira, Kleber Rodrigues, Coronel Azevedo, Cristiane Dantas e Dr. Kerginaldo são os mais citados


Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN em quem eles votariam para deputado(a) estadual se as eleições fossem hoje.

Os nomes mais citados foram os de Ezequiel Ferreira (2,15%), Kleber Rodrigues (1,8%), Coronel Azevedo (1,75%), Cristiane Dantas (1,6%) e Dr. Kerginaldo (1,6%).

Branco e nulo somam 6,9% enquanto 56,75% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Fonte : Blog Do BG

Reflexão do dia!


No meio da comunicação existe uma regra que separa profissionais de aventureiros: fonte não se entrega.

Quem revela uma fonte quebra confiança, perde credibilidade e mostra que não está preparado para lidar com a verdade.

Informação séria exige responsabilidade, e responsabilidade começa pelo sigilo.

Tem gente que fala demais para aparecer… mas quem é de verdade sabe: o respeito vem do que se guarda, não do que se expõe.

Fonte protegida é compromisso.

Fonte exposta é traição.


A fraquejada de um país terrivelmente evangélico


Foto: reprodução 

Por Valdemar Figueredo*

ICL Notícias

Faço um jogo de palavras crítico com duas frases famosas e polêmicas do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Fraquejada”: refere-se a uma declaração de 2017, quando Bolsonaro disse que teve quatro filhos homens e, na quinta, deu uma “fraquejada” e nasceu uma mulher.

“Terrivelmente Evangélico”: refere-se à promessa de Bolsonaro de indicar para o Supremo Tribunal Federal (STF) um ministro com esse perfil, o que se concretizou com a nomeação de André Mendonça.

O livro analisa a ascensão e a influência política de setores evangélicos conservadores no Brasil, criticando a mistura entre religião e política, bem como posturas como o negacionismo científico e ataques a direitos humanos realizados em nome da fé.

Os argumentos centrais

Giram em torno da crítica à instrumentalização da fé cristã para fins de poder político autoritário.

Como pastor batista e doutor em Ciência Política e Teologia, defendo os seguintes pontos:

  • Denúncia do uso maligno da religião: setores importantes das igrejas cristãs atuaram para ungir um projeto político que ele descreve como um show de horrores em nome de Deus.
  • Crítica aos falsos profetas: líderes religiosos atuaram como falsos profetas a serviço de um plano de poder, distanciando-se da ética cristã original para apoiar pautas de violência e exclusão.
  • Defesa do Estado laico e direitos humanos: um dos pilares da obra é a reafirmação de que o Estado é laico e os direitos são humanos, contrapondo-se à ideia de que uma identidade religiosa específica deva ditar as normas jurídicas e sociais do país.
  • Resistência profética-poética-política: o livro se propõe a ser um testemunho de fé que convoca à resistência contra o avanço do conservadorismo extremista, buscando resgatar uma espiritualidade que respeite a democracia e a pluralidade.
  • Teologia política crítica: analiso como a comunicação política foi moldada para fundir símbolos religiosos com ideologias de extrema direita, criando uma identidade nacional “terrivelmente evangélica” que exclui quem não se encaixa nesse padrão.

O contexto histórico

O contexto histórico das eleições de 2018, que serve de pano de fundo para a obra, é marcado pela ascensão política sem precedentes do segmento evangélico e pela sua aliança decisiva com a candidatura de Jair Bolsonaro.

Os principais elementos desse cenário foram:

  • Voto evangélico decisivo: Em 2018, os evangélicos representavam cerca de 30% do eleitorado brasileiro. Pesquisas do Datafolha indicaram que Bolsonaro teve uma vantagem de mais de 11 milhões de votos sobre Fernando Haddad (PT) apenas nesse grupo religioso.
  • Pauta de costumes e guerra espiritual: A campanha foi dominada por discursos morais e conservadores. Disseminou-se a narrativa de que a existência das igrejas estaria em risco e temas como a ideologia de gênero e o aborto foram usados para mobilizar as bases.
  • Aliança com grandes lideranças: Bolsonaro consolidou apoio com a alta cúpula de igrejas como a Assembleia de Deus e a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), de Edir Macedo. Essa estrutura foi fundamental para a capilaridade da campanha, transformando templos em espaços de discussão política.
  • Expansão no Congresso: A eleição de 2018 resultou em uma Bancada Evangélica com 91 parlamentares, fortalecendo o poder de barganha do grupo no legislativo e pressionando por pautas como a criminalização da homofobia e a revisão de decisões do STF.
  • Simbolismo religioso: embora católico, Bolsonaro utilizou símbolos evangélicos de forma estratégica, como seu batismo no Rio Jordão em 2016 e a promessa de um ministro “terrivelmente evangélico” no STF.

O livro surge como uma reação crítica a esse período, argumentando que essa fusão entre Estado e religião representou um retrocesso democrático e uma distorção da ética cristã em favor de um projeto de poder.

Críticas

As críticas ao livro vêm principalmente de setores conservadores e de lideranças evangélicas alinhadas à direita. Os principais pontos de contestação são:

  • Viés ideológico progressista: críticos argumentam que o autor, por ser ligado a uma teologia mais progressista, utiliza sua formação para atacar adversários políticos sob o pretexto de análise teológica, o que alguns chamam de “esquerdismo cristão”.
  • Generalização do segmento: há quem aponte que o livro foca excessivamente na cúpula das grandes denominações (como a IURD ou Assembleia de Deus) e em figuras midiáticas, ignorando a pluralidade e diversidade do povo evangélico, que não é um bloco único e possui alas que não se identificam com o extremismo.
  • Questionamento da legitimidade teológica: lideranças conservadoras frequentemente rebatem autores como Figueredo afirmando que a defesa de pautas progressistas (como direitos LGBTQIA+ ou descriminalização de drogas) seria, na verdade, a verdadeira “distorção” do Evangelho, invertendo a acusação do livro.
  • Tom polêmico: por utilizar termos como “fraquejada” e “show de horrores”, a obra é vista por alguns como mais panfletária do que acadêmica, buscando o confronto direto em vez de um diálogo ecumênico com a base conservadora.

Em resumo, enquanto o livro é celebrado em círculos intelectuais e de esquerda como uma “denúncia necessária”, ele é rejeitado pela base bolsonarista como uma tentativa de deslegitimar a fé de milhões de brasileiros que veem na política uma forma de defender seus valores morais.

Sugiro que leia e tire as suas próprias conclusões. Ao que tudo indica, nestas eleições de 2026, estaremos diante de outra fraquejada no país que assume feições terrivelmente evangélicas.

Este artigo não representa necessariamente a mesma opinião do blog. Se não concorda faça um rebatendo que publicaremos como uma segunda opinião sobre o tema.

*É  pastor batista, cientista político, teólogo e professor universitário.

Fonte:Blog Bruno Barreto