Sábado em Assu acompanhando de carro uma caminhada da caravana da lealdade do general Girão tive a satisfação de abraçar e conversar velhos e novos amigos. Juca Tavares de Sá Leitão me revelou que é assíduo leitor do nosso blog.
Dedé de Iaiá meu companheiro de copo, junto com Beltrão, tomamos muita pinga no bar da tripa de seu Lelé Cabral. Não chamo Manoel para não confundir com o da tipografia, onde meu amigo Graúna era um dos seus operadores (Tipógrafo).
Depois que seu Manoel do Bar da Tripa, mudou-se para Natal, quem assumiu o local, foi meu primo Telmo e batizou pelo nome de "Corujinha".
Ozório Manso meu conterrâneo, contemporâneo desde os tempos que estudava no Diocesano de Mossoró, papai querendo que eu fosse advogado e Manoelzinho Amancio ou dona Marola queria que Ozorio fosse padre, colocando internado no Seminário Santa Terezinha.
Enquanto a comitiva do gira gira "Girão com Victor Arabí" circulava com Manuca Montenegro e outros apoiadores visitavam os barraqueiros da feira livre.
Fiquei na esquina defronte ao Banco do Brasil, conversando com quem passava na calçada.
Não fiz fotos, mas ainda conversei bastante com Nilson de Palmiro Wanderley meu parente.
Cumprimentei Chagas Bolão e sua esposa filha de dona Anita Caldas, ainda trocamos dois dedinhos de prosa.
Logo cedo recebi a primeira revelação de Arthur Sammy do Banco do Brasil, dizendo que conhecia meu filho Adílio e sabia quem eu era através das nossas publicações.
Nos encontramos no café da manhã, acho que na residência de Canindé Peres outro amigo de longas datas.
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