Políticas públicas não são favores, são deveres do Estado. Elas só fazem sentido quando saem do papel e chegam a quem realmente precisa. Não se medem por discursos bonitos nem por promessas de palanque, mas pelo impacto real na vida do povo.
Quando são pensadas com responsabilidade, planejamento e escuta, fortalecem a justiça social. Quando viram instrumento de vaidade ou interesse pessoal, perdem o propósito e aumentam a desigualdade. Governar é priorizar pessoas, não projetos de poder.
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