
É preciso ter cuidado com discursos fáceis e frases ensaiadas, principalmente quando vêm de quem já fez de tudo na política.
Causa estranheza ouvir ex-prefeito de Carnaubais Luizinho Cavalcante criticar deputados dizendo que só aparecem em época de campanha, anunciam recursos e depois cobram voto.
Logo ele, que já transitou por todos os lados, pegou dinheiro de diversos políticos e usou de manobras conhecidas para enganar o eleitor mais simples.
O discurso agora é de moralidade, mas o histórico conta outra história. Não dá para vender como novidade quem já participou do velho jogo político, usando propaganda enganosa e se aproveitando da boa-fé do povo.
Em cidade pequena, todo mundo se conhece, e como diz o ditado popular, até menino buchudo sabe muito bem quando o golpe está armado.
Ficar usando o nome de Fátima ou de Zenaide como trampolim político não é projeto, é oportunismo.
Falar em candidatura ao Senado sem apresentar ideias concretas soa mais como ansiedade pelo fundo partidário do que compromisso com o povo.
Política séria se faz com coerência, responsabilidade e verdade. O eleitor não é mais ingênuo e não pode continuar sendo tratado como massa de manobra.
Demagogia pode até fazer barulho, mas não constrói confiança — e muito menos futuro.
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