sexta-feira, setembro 25

Bolsonaro é aprovado por 40% e reprovado por 29%, aponta Ibope

 

É a primeira vez que a pesquisa registra aumento na aprovação do presidente

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira, 24, revela que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro atingiu em setembro o maior índice desde o início do mandato. A taxa passou de 29% em dezembro do ano passado (menor avaliação desde janeiro de 2019) e chegou aos 40% neste mês. Os que consideram o governo ruim ou péssimo somam 29% dos entrevistados. Em dezembro, eram 38%. Já os que classificam o governo como regular continuam a representar cerca de um terço da população: 29%.

Segundo a pesquisa, o índice de confiança no presidente é de 51%, enquanto 46% afirmam não confiar nele. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 17 e 20 de setembro e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e, a confiança, de 95%.

Uma das maiores altas na popularidade do presidente foi registradas entre os entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo. Nesse caso, a avaliação do governo como ótimo ou bom passou de 19% para 35%.

Quando observado o grau de escolaridade dos entrevistados, foi entre os que estudaram até a 8ª série que mais aumentou a aprovação de Bolsonaro, passando de 25% para 44%.

No recorte por regiões, a popularidade de Bolsonaro avançou no Nordeste e empatou com a desaprovação: 33%. Apesar disso, esta é a região onde mais pessoas consideram o governo ruim ou péssimo e também registra o menor nível de ótimo e bom. Mas, é da região Sul que vem a maior aprovação: 52%. Os que reprovam o governo somam 22%.

A sondagem também considerou a expectativa da população sobre o governo. Os resultados apontam que 36% acreditam que os próximos anos de mandato de Bolsonaro serão ótimos ou bons. Outros 30% disseram que serão ruins ou péssimos. Para 29%, os próximos anos serão regulares. Os três percentuais variaram dentro da margem de erro.





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