
Na década de 70 o poeta varzeano Alipio Tavares desencantado com a falta de atenção dos poderes constituídos á época em Carnaubais quando estava realizando uma cantoria de pé de parede, vendo a fraqueza dos políticos que não compareciam com sua contribuição ao prato exposto na sala, fez um verso de despedida em tom de desabafo:
Carnaubais quando era VilaAlguma coisa ainda tinha
Depois que passou a cidade
Entrou numa sorte mesquinha
É saindo Valdemar
Entrando Teixeirinha
Passado todo este tempo, não sou poeta, mas me decepciono diante da falta de compromisso com o trabalho que faço na defesa de quem vem ostentando poder e usufruindo vantagens dos cargos dado pelo o povo e pra não aumentar o meu tédio, crio também o meu refrão:
Carnaubais ainda hoje
Permanece em beco estreito
Sai prefeito
Entra prefeito
Nada aqui mudou
Continua do mesmo jeito.
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