O referido edil usa de uma artimanha - que não ilude cego, nem idiota.
Todos sabem e reconhecem, até torcem que o governo municipal aprove o decreto emergencial com um relativo aumento do valor proposto de 100,00 reais para as pessoas de renda baixa.
Admitia que o vereador fosse mais sensato e prático em sua solicitação.
Bem que poderia suscitar este pedido de aumento a um companheiro de casa legislativa, que tivesse o apoio solidário da gestão, tendo apenas a subscrição sua no requerimento.
Porém, como a intenção é criar um descontentamento dentro da realidade de carência coletiva, preferiu ser o pai da criança, mesmo sabendo que não teria como pagar a conta do leite.
A iniciativa foi uma forma encontrada para retardar a aprovação da proposta executiva no parlamento municipal.
O governo federal que tem em mãos o tesouro nacional, paga o auxilio emergencial, tendo que reduzir para limitadíssimos valores, ficando a cota máxima em 375,00 reais e a menor em 150,00 R$.
Antes era pago pelo governo Bolsonaro, 600,00 reais, atingindo beneficio à determinadas faixas de contribuinte até o limite máximo de 1.200,00 reais.
É aquela velha máxima: quem recebe acha pouco e quem paga sente o peso da sobrecarga final.
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