
Outra situação que chama atenção é o peleguismo da representação sindical local, detentora de mais de 500 hectares no assentamento de Canto Comprido, formando um consórcio latifundiário familiar com 7 lotes em nome de sua família.
O interessante é que tudo foi adquirido pela influencia da ex-presidente do STTR em nosso municipio.
Seria bom que a Fetarn justificasse sua omissão em relação ao patrimônio rural de Antônia Dantas e seus agregados de uma vez que é integrante do conselho diretor do órgão classista estadual.
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