
O que poderia ser uma realidade concreta de desenvolvimento permanece sendo um sonho mirabolante, abstrato e deficitário do seu idealizador Luizinho Cavalcante. O complexo estabelecido é um apêndice de sustentação feito pelo proselitismo do homem que tem sempre a mania de dá um passo maior do que a perna, luta desenfreadamente para manter um projeto que seu custo beneficio em vez de alavancar desenvolvimento, atende apenas suas vaidades pessoais de ser o centro das atenções em tudo que realiza.
Luizinho que é tão eficaz e transparente até hoje nunca mostrou a verdade do que investiu de dinheiro público que poderia servir com maior sustentabilidade o progresso de Carnaubais. Apresente seu borderô, faça sua prestação de contas, quanto investiu em publicidade, contratação de profissionais, tecnocratas, consultores, impressões gráficas da moeda e outros mecanismos estruturais para impor a experiência copiada de outras realidades.
Faz mais de 1 ano da implantação desta moeda que no principio, pensávamos ser uma coisa rentável a expansão do nosso crescimento. fato que não disse ainda pra veio.
Tal engenharia vive custodiada pelo município na sua funcionalidade pela teimosia de Luizinho que exige do governo aliado cobertura em tudo que tem realizado, nenhum destes projetos acima tem pernas próprias para caminhar sem a sombra do poder público alimentando suas ações.
O banco comunitário vive da troca de reais pelo sonhador e uns meros apaniguados do seu personalístico projeto de sobreviver, tirando proveito de toda essa estrutura disponível, não é diferente com a Coopafac, muito menos com o Frigogar, que não passa de um açougue pequeno.
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