segunda-feira, setembro 14

NÃO POSSO TÁ DISCUTINDO A POLITICA DE CARNAUBAIS COM QUEM NÃO CONHECEU O CAVALO VIOLA DE CHICO AMÂNCIO E A ÉGUA PINTADA DE RODOLFO UM PRESENTE QUE PAPAI RECEBEU DESTE CONHECIDO PESCADOR DAS PRAIAS DE PORTEIRAS, BENFICA CRISTÓVÃO E REDONDA DO MUNICÍPIO DE AREIA BRANCA

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Tem gente querendo falar bonito do que não viu nem conhece. como irei responder a alguém que tem três décadas de vivencia na politica de Carnaubais e não lembra por que não viu a famosa dupla de animais ''Viola e Rosinha" que serviu de transporte pra Valdemar Campielo e Inácio Lacerda andar casa por casa, em áreas de difícil acesso, nas estradas da várzea e do tabuleiro. Caminhadas feitas ao amanhecer do dia ou ao cair da noite pra no final da campanha vencerem a estrutura motorizada que possuía o candidato adversário. Falo assim porque sou um soldado calejado de muitas batalhas neste município, tendo iniciado nossa participação antes da nossa emancipação, ainda sem ser eleitor. 
O Primeiro grande embate que tomei conhecimento foi da áurea campanha travada em Açu, nesta epóca era escrito com Ç, entre o doutor Edgard Montenegro, fidalgo proprietário rural, agrônomo com formatura em Lavras Minas Gerais contra Arcelino Costa Leitão que recebeu dos seus adversários pela cor da sua tez o cruel apelido de Barrão. 
Logo em seguida, vi a cidade grande, se engalfinhar numa luta titânica de uma onça para engolir um golinha, apelidos que rotularam as candidaturas de Maria Olímpia (Maroquinha) e Walter Leitão. 
Na circunvizinhança vi um simples homem do povo, enfermeiro  por convicção de nome Chico Elizeu, ganhar de um advogado Gerôncio Queiroz de tradicional família varzeana em Alto do Rodrigues.  Vi ainda na cidade de Areia Branca a luta travada entre uma Rosa e um Peixe, lembro-me da homérica disputa em Mossoró em que um "Touro se empanzinou com Capim; assim era como gritava os eleitores de Dix-huit-Rosado e Antônio Carvalho. 
Neste período um pouquinho mais distante em Apodi. o Fumo e o Óleo trocavam farpas pelas ruas da cidade. 
Todavia as mais heroicas foram a vitória do cigano Aluizio Alves para o governo do estado em 1960 e o Marinheiro Agenor Maria em 1974 para o senado da república, dois revezes sofrido por um politico intelectual chamado Djalma Aranha Marinho. 
São por estas e outras razões que absolvo sem raiva a ignorância de alguns mequetrefes da informação politica no município, tendo comido desde sua formação pelas mãos dos outros, querer fazer ilações jocosas contra quem conhece bem o traçado desta história. 

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