
Aquela carreata de 2004 não foi apenas um ato político, foi um grito coletivo de liberdade.
Era um tempo em que muitos Carnaubaenses sentiam na pele o peso da perseguição, da pressão e da política feita com medo.
Mesmo assim, o povo não se calou. Pelo contrário: se organizou, se uniu e foi às ruas mostrar que democracia se faz com coragem.
Ali estavam homens e mulheres simples, trabalhadores, jovens, pais e mães de família, todos movidos por um mesmo sentimento: a necessidade de mudança.
Não era sobre vaidade pessoal, era sobre dignidade. Não era apenas derrotar um gestor, era derrotar uma forma de governar baseada na intimidação.
Cada buzina que tocava naquela carreata representava um basta. Cada bandeira levantada simbolizava esperança.
E a união daquele grupo mostrou que quando a população decide reagir, nenhum poder é maior do que a vontade popular.
A política passa, os mandatos passam, mas os momentos de coragem coletiva ficam marcados na história.
E quem viveu sabe: não foi só uma campanha, foi um capítulo de resistência que ensinou que o povo unido sempre escreve seu próprio destino.
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