Se tomarmos por base o Rio Grande do Norte a coisa da feia, Fátima Bezerra apesar de ser candidata declarada desde o inicio da sua gestão apresenta um elevado grau e rejeição popular.
Sua sorte é que a oposição de encontra mais fraca do que se pode imaginar, não tem candidato que vislumbre uma simpatia de agregar unidade, permanece desunida, sem nome consensual para enfrentar a combalida e desgastada maquina estatal que se encontra a favor da reeleição da candidata do PT.
Todavia, eleitor nenhum está obrigado a votar em quem não deseja.
Pelo visto, se não acontecer uma radical mudança de comportamento e urgência de definição de quem realmente, serão os candidatos contra o sistema governista, o quadro pode ficar pior do que se encontra.
Pelo que ouço das vozes roucas e indignadas das ruas, é que voto Branco, Nulo e abstenções pode ser resultante de maioria na abertura das urnas.
A eleição polarizada entre os que defendem o retorno da roubalheira do governo de Lula e os que não desejam mais permanecer sob o descontrole emocionalmente estrutural do governo Bolsonaro, vai prejudicar muita candidatura em vários estados da confederação.
Ainda mais que não existe uma terceira via com opções de mudança do quadro desastroso que o Brasil se encontra e nada é tão ruim que não possa piorar.
As representações parlamentares das assembleias legislativas e congressuais do senado e câmara federal, vão ter que se virar nos trinta para alcançaarem quorum efetivos de vitória.
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