A manobra ainda fortalece seus interesses, juntando no mesmo patamar, dois nomes em final de carreira Garibaldi Alves e Henrique - que hoje trocam um bom dia forçado pelas circunstâncias de quererem sobreviver politicamente.
A estratégia da vantagem pode levar este segmento politico ao olho do furacão, sofrendo uma acachapante derrota, assim como aconteceu com Henrique/João Maia e Wilma de Faria em 2014, quando fizeram seu cambalacho interno, sem antes ouvir a opinião do eleitor.
É verdade que a oposição ainda se encontra esfacelada, mas, da forma que o governismo se uniu, a revolta popular pode credenciar a chapa desafiante do poder ao prêmio maior de uma vitória no dia da eleição.
Ninguem brinque com a vontade e revolta do povo, se juntando o medo de perder e a vontade de ganhar, pode fazer com que Fátima e Alves morram abraçados no final da batalha.
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