Este cenário de subestimar o adversário, tem levado algumas lideranças chorar as lágrimas da derrota por engolir a corda de que seriam imbatíveis.
Recordo-me que Garibaldi Alves, quando enfrentou Vilma de Faria era considerado o governador de Férias e na verdade o epiteto dado prosperou, pois continuou fora do governo, sendo derrotado pela carismática Vilma, que tinha uma boa avaliação administrativa na época.
Atualmente Fátima Bezerra com altíssima rejeição popular, um governo que está mais para ruim do que para bom, pelo fato de não ter ainda um nome decididamente na disputa pelo o comando do estado, começa a se sentir única e vitoriosa.
O povo sabe usar o magnetismo da sua vontade, a partir do momento que se isola na cabine indevassável, sem espião para saber em quem está votando.
Fátima Bezerra sendo reeleita, não será surpresa para ninguém, essa bola é cantada a todo instante.
O perigo existe no silêncio das urnas e o segredo do eleito, só será conhecido com o barulho incessante da abertura das urnas com a apuração eletrônica das cédulas votadas no dia da eleição.
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