Aliados muito próximos a Flávio Bolsonaro (PL) afirmam que ele não irá autorizar a quebra de sigilo dele e de família conforme foi desafiado a fazer por seu adversário no segundo turno das eleições presidenciais, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A avaliação de Flávio e da equipe é de “não morder a isca do Lula”. A coordenação da campanha alega que quebra de sigilo é algo pessoal e que é mais uma “bravata” do adversário petista, já que ele não pode falar pela família, por terceiros. "Sigilo é individual, pessoal. A justiça jamais faria isso no atacado como ele quer enganar”, afirmou um grande aliado.
📸 Jean Carniel/Reuters
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