
Foto: STF
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL) protocolou, nesta terça-feira (23), um novo pedido ao ministro Alexandre de Moraes para prorrogar a prisão domiciliar humanitária que vem sendo cumprida desde março.
O prazo atual da medida se encerra nesta quinta-feira (25), o que coloca a decisão novamente nas mãos do STF em um cenário de definição iminente sobre a continuidade ou não do regime domiciliar.
No pedido, os advogados alegam que o quadro de saúde de Bolsonaro ainda exige acompanhamento médico contínuo, com uso de medicação, fisioterapia e monitoramento constante. A defesa afirma que, apesar de evolução clínica, persistem condições que justificariam a manutenção da medida.
Também foram citados exames complementares solicitados pela equipe médica, como tomografias e endoscopia, além de avaliações relacionadas a questões gastrointestinais e respiratórias. Segundo a petição, o ambiente domiciliar seria o mais adequado para garantir estabilidade no tratamento.
A defesa ainda aponta fatores de risco como possibilidade de quedas, alterações cardiovasculares e necessidade de vigilância permanente, além de mencionar uma cirurgia ortopédica recente e o processo de reabilitação ainda em andamento.
Agora, o caso volta à análise de Moraes, que deve decidir se mantém ou não a prisão domiciliar humanitária nos próximos dias. O ministro já havia estabelecido que a situação seria reavaliada após o período inicial de 90 dias.
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