Hoje completam-se exatamente 56 anos do dia em que o Brasil parou o mundo e eternizou sua história no futebol. Era 21 de junho de 1970, no Estádio Azteca, no México.
A Seleção Canarinho, comandada por Zagallo, depois que a ditadura dispensou o genial João Saldanha do comando técnico, entrava em campo para escrever o capítulo mais brilhante do futebol brasileiro: a conquista do Tri Mundial.
Contra a forte Itália, o Brasil mostrava que futebol não é só jogar bola. Aqui foi uma verdadeira aula do que é futebol arte. Pelé abriu o placar com um gol antológico, Gerson ampliou, Jairzinho fez o terceiro e, aos 44 do segundo tempo, veio a obra-prima: o gol de Carlos Alberto, após passe magistral de Pelé.
Aposto que quando eu narrei, a imagem veio na sua cabeça. Placar final: 4 a 1. O mundo aplaudia de pé.
Aquele time era um sonho: Pelé, Tostão, Rivelino, Gerson, Jairzinho, Clodoaldo, Piazza, Everaldo, Brito, Carlos Alberto e Félix. Uma geração que transformou o futebol em espetáculo, popularizou o “jogo bonito” e consagrou o Brasil como a maior potência da história das Copas.
Com a terceira estrela no peito, o Brasil se tornou o primeiro país tricampeão do mundo e ganhou o direito de ficar com a Taça Jules Rimet definitivamente, a mesma taça que depois foi roubada e derretida.
Era mais que um título: era a afirmação de uma identidade. O Brasil do futebol encantava o planeta.
56 anos depois, ainda nos arrepiamos ao rever aquelas imagens em cores. Porque aquele 21 de junho de 1970 não foi só uma vitória. Foi um marco cultural que a ditadura tentou se apropriar, mas não conseguiu.
Afinal, aquilo foi um marco da nossa identidade: uma declaração de alegria, criatividade e genialidade brasileira.
Um orgulho de ser brasileiro e carregar para sempre esse legado. 🇧🇷⭐⭐⭐
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