
O cenário político do Rio Grande do Norte segue marcado por muito barulho e poucos resultados concretos. Enquanto nomes como Cadu Xavier, Alison Bezerra e Álvaro Dias circulam como opções ou referências, o que a população sente no dia a dia é o peso da ineficiência e da falta de planejamento.
A política virou palco. Cada um tenta vender uma narrativa conveniente, sempre culpando a “crise”, o adversário ou o passado. Mas o povo já percebeu que crise sem autocrítica vira desculpa, e promessa sem ação vira enganação.
Não falta inteligência ao eleitor potiguar. Falta, muitas vezes, respeito de quem governa ou quer governar. O povo não pode continuar sendo tratado como plateia passiva, nem como quem aceita qualquer discurso pronto. Governar exige coragem para decidir, humildade para ouvir e compromisso para executar.
Chegou o momento de a sociedade fazer uma escolha mais madura: menos paixão política, mais razão; menos idolatria, mais cobrança. Porque quando o erro é do político, a conta sempre cai no colo do povo — no imposto alto, no serviço precário e na esperança adiada.
Política séria não se faz com marketing excessivo, mas com responsabilidade, verdade e resultados.
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