Opinião!
A política vive um momento de mudança visível. O cenário já não é o mesmo e quem antes ocupava a linha de frente começa a sentir o peso do tempo e das próprias atitudes.
Não se trata de perseguição nem de acaso, mas de consequência. Promessas feitas e não cumpridas cobram seu preço, e o eleitor aprendeu a observar mais e a confiar menos em discursos prontos.
Hoje, o jogo político exige mais do que presença em eventos ou discursos inflamados. Exige trabalho, coerência e, acima de tudo, respeito com a população.
Muitos que se achavam donos de grupos e lideranças agora enfrentam dificuldades para manter alianças, enquanto outros tentam ocupar espaços deixados pelo desgaste natural de quem não acompanhou a mudança dos tempos.
As máscaras começam a cair, as conveniências ficam expostas e a velha política já não convence como antes. A população quer resultado, quer verdade e quer compromisso. E é justamente nesse ponto que a política mostra sua essência: não tem dono.
O poder não pertence a nomes, grupos ou interesses pessoais, mas ao povo, que sempre dá a última palavra através do voto.

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