terça-feira, maio 19

QUANDO O BOM SENSO NÃO PREVALECE A SOCIEDADE FICA NO PREJUIZO



Estive refletindo profundamente a situação em que a justiça eleitoral no seu dever de fazer justiça colocou Carnaubais. Marcar uma eleição suplementar praticamente no final de um campeonato, findou prejudicando uma sociedade que vai permanecer penalizada por falta de bom senso dos togados da lei. 
Vejam só que vexame passará nossa população carente que vê seus  recursos públicos sendo utilizado para fins aleatórios da sua vontade.
 O primeiro episódio ocorreu, com o afastamento do governante escolhido pela soberania popular. Depois veio a investidura de um gestor interino, passado 1 ano e 5 meses no comando do município, tendo enormes preocupações e dificuldades para fazer o ordenamento administrativo, vendo que por mais que tenha feito pela educação, saúde e demais setores da gestão municipal, ainda vai ter que enfrentar um enorme desafio de uma campanha eleitoral, para findar um exercício que vem dando conta do recado.
 Quem faz politica sabe que esse é um processo que não sai barato para os partidos envolvidos, nem tão pouco para os candidatos disputantes ao cargo maior de um município. A situação é absurda devido a obrigatoriedade em que todos estão submetidos, a regra imposta determina que nossos munícipes acompanhem o que eles não decidiram. 
Uma eleição de 4 em 4 anos deixa uma onerosa folha de compromisso pra quem venceu ou perdeu um pleito, imagine só ter que disputar 4 eleições em 4 anos. Estamos nos reportando a eleição municipal em 2.012, veio  recentemente á estadual que aconteceu em 2014. Em caso de se consolidar a eleição suplementar em  5 de julho, o vencedor terá apenas 1 e meio de governo, tendo que disputar uma outra no final de  2.016. 
Mas, tudo tem um viés que justifica os fatos decorrentes, assim como as livrarias tem seu período ufano de lucros, vendendo material escolar no incio das aulas, a própria Justiça e seus membros vivem da competência das suas decisões e a sociedade que pague a conta objeto das normas jurídicas implantadas institucionalmente.
Na nossa humilde ótica isso é desperdício de dinheiro saindo pelo o ralo, todavia, manda quem pode e obedece quem tem juízo.

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