quarta-feira, abril 29

Nota De Esclarecimento!


Venho por meio dessa NOTA, repudiar informações que foram postadas no Facebook de Guttier Manso. Inicialmente informo que a Banda Filarmônica Avani Domingos Martins não pertencia ao município de Carnaubais, pertencia a Associação do Sítio Pai João. Quando assumi a Secretaria de Cultura em 2025, procuramos o Presidente da referida Associação Nelson Avelino que fez a doação para o município, averbada no Cartório local. Em seguida o Prefeito Gleidson Benevides encaminhou um Projeto de Lei para a Câmara Municipal e instituiu a Banda Filarmônica "Municipal" Avani Domingos Martins, como patrimônio público do município. Em seguida, o Maestro Cícero foi contratado; fizemos a aquisição de novos instrumentos, inclusive 20 flautas doce; contratamos um técnico em Macau para manutenção dos instrumentos antigos; conseguimos uma sala na SEMTHAS para instalar os instrumentos e equipamentos, além do Auditório para os ensaios; abrimos as inscrições para novos integrantes; os alunos participaram de formação fora do município;  inclusive na última Festa de Santa Luzia (2025) a Filarmônica Municipal tocou o Hino do município e da Padroeira na abertura dos festejos. Quando a Banda foi normatizada, localizamos instrumentos com pessoas em Natal, Mossoró, Assú e até nas residências em Carnaubais há muitos anos. Após recolher todo material cadastramos os instrumentos para entregar aos alunos, mediante assinatura de Termos de Uso e Responsabilidade, onde a família se compromete a devolver o instrumento a secretaria quando o aluno não quiser participar da Banda. Portanto, tenho consciência que estou procurando zelar pelo patrimônio público do município. Enquanto Secretária de Cultura e Turismo com o total apoio do Prefeito estamos organizando a SEMCJUT por meio de Leis que regulamenta seus equipamentos e patrimônio, inclusive a Biblioteca Celina Duarte que também não era legalizada, além do Museu que essas mesmas pessoas cobram o seu funcionamento de qualquer jeito, ocuparam cargos em outras gestões e poderiam ter feito o correto, para que hoje a atual gestão não tivesse que concertar tudo isso para poder disponibilizar ao público com dignidade e sustentabilidade. Só fazendo o dever de casa é que o município pode solicitar recursos para investir nessas políticas públicas. Fazer de conta e no improviso, não se faz GESTÃO PÚBLICA.


Lúcia Helena B. Mendes

Secretária da SEMCJUT

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