terça-feira, abril 28

Foto: Sandro Menezes O Governo do Rio Grande do Norte começa a implantar, em 2026, a política salarial permanente criada para os servidores públicos estaduais e militares, considerada um marco na valorização do funcionalismo e na organização das contas públicas. A partir da folha de pagamento de maio, será aplicada a revisão geral anual de 4,26%, índice correspondente à inflação medida pelo IPCA em 2025, conforme estabelece a Lei Complementar Estadual nº 777/2025. Anualmente, a correção pelo IPCA é do ano anterior desde que o crescimento da Folha não ultrapasse 80% (oitenta por cento) do crescimento da Receita Corrente Líquida do mesmo período, preservando o equilíbrio financeiro da gestão. Com a medida, a governadora Fátima Bezerra consolida uma iniciativa inédita de valorização dos servidores, criando uma política estável que assegura reajustes anuais dentro da capacidade financeira do Estado.

Foto: Divulgação

Uma operação do MPRN deflagrada nas primeiras horas desta terça-feira (28) apura um esquema milionário de fraudes veiculares que teria utilizado o sistema do Detran/RN para regularizar carros de luxo de origem suspeita. A investigação também levanta suspeitas de corrupção e uso de empresas de fachada para dar aparência de legalidade às transações.

Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante, além de endereços ligados a investigados nas cidades de Caruaru (PE) e Timon (MA).

De acordo com o MPRN, a operação, denominada Evolution, é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e tem como foco um grupo suspeito de estruturar um esquema para inserir veículos com irregularidades em registros oficiais. Segundo as investigações, uma empresa do setor de distribuição de alimentos teria sido utilizada como fachada no processo.

Ainda segundo o Ministério Público, há indícios de que o grupo atuava com a inserção de dados falsos em sistemas oficiais, além de possível participação de servidores públicos e despachantes, o que é alvo de apuração. As condutas investigadas incluem crimes como falsidade documental e corrupção ativa e passiva.

As apurações também envolvem suspeitas de clonagem de veículos de luxo, alteração de sinais identificadores e possível lavagem de dinheiro. Segundo o órgão, a movimentação financeira atribuída ao esquema é considerada elevada, o que reforça a suspeita de uma estrutura organizada.

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