Existe duas corretes na politica brasileira: uma que tem o que oferecer e falta convicção para o exercício do poder e os que entram sem nada, na busca de arranjar alguma coisa para si e depois dividir partes com alguém.
Na minha opinião o empresário se encontra no primeiro exemplo: tem o que oferecer e não tem convicção politica para subdividir com terceiros, o que possue.
Condições de viver tem de sobra, falta apenas um poder maior.
Entendi sua rápida desistência da brincadeira que fez por alguns meses de ser chamado de governador principalmente do "Patriotas" aliados.
Agora uma pergunta que não pode calar.
Como ficará a nominata dos candidatos proporcionais do partido - que ele se dizia referência - na minha ótica ficaram no mato querendo pegar a caça, sem espingarda e cachorro!
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