Relendo os escritos do poeta Augusto dos Anjos, recordo de uma frase celebrizada em seus íntimos versos, expressando o sentimento da ingratidão do convívio cotidiano com a aspereza da mudança de tempo com a convivência de alguns admiradores. Quando o poeta disse: a mão que afaga é a mesma que apedreja - me faz recordar do período de pompas e elogios dirigidos por muitos a Dr. Thiago prefeito de Carnaubais, por ter nos seus primeiros dias de governo em 2017, resgatado com galhardia e razóavel investimento na contratação de grupos artísticos, decoração da cidade e organização de um grande carnaval. Atualmente por não ter priorizado ordenação de despesas para realização da festança de momo, seu nome serve de queimação, críticas e até chacota de alguns elementos que fazem parte do seu staff administrativo. Sou carnavalesco de convicção, gosto da folia, diria até que em seu lugar, sendo o mandatário maior do município, faria sim, o carnaval.
Todavia, não cabe a mim, nem tão pouco a nenhum cidadão de Carnaubais tomar a decisão. Somente ele, exclusivamente ele cabia fazer o carnaval. Não fazendo devemos saber respeitar seus motivos, ninguém é obrigado a fazer algo apenas para agradar terceiros, principalmente quando se estar consciente dos transtornos que poderia ser submentido após a realização do carnaval.
Há quem pense o contrário, ficando jogando pedras por não ter repetido a grandiosidade do carnaval passado.
Quem pensa assim, pouco importa que ele se lixe, fique na mira da justiça, responda processo, precipite seu mandato ou venha a perder o próprio cargo.
Aos críticos adversários do governo acho que fica de bom tamanho a cortesia que eles desejariam fazer com o chapéu alheio.
Há quem pense o contrário, ficando jogando pedras por não ter repetido a grandiosidade do carnaval passado.
Quem pensa assim, pouco importa que ele se lixe, fique na mira da justiça, responda processo, precipite seu mandato ou venha a perder o próprio cargo.
Aos críticos adversários do governo acho que fica de bom tamanho a cortesia que eles desejariam fazer com o chapéu alheio.
Agora, acho desproporcional, desonesto, deselegante a atitude de alguns pseudos aliados, ficar nas redes sociais fazendo moído, disseminando veladas chacotas, elaborando programação negativa com o ridículo propósito de macular a imagem de quem lhe entregou um cargo de confiança.
Nunca fui adepto do fogo amigo.
Nisto sempre fui diferente de muitos, desejava ver em Carnaubais um grande carnaval, conversei com o prefeito, mostrei minha insatisfação olho no olho.
Mas, não faço o desagradável procedimento de desrespeitar o nosso gestor, por não ter tomado a atitude de satisfazer minha vontade.
Se este contraponto tivesse desejo diferente, com certeza estaria no final das minhas conclusões, um pré anúncio de rompimento.
Quem me conhece entende bem minhas ponderações!
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