Nas calçadas de Macau e principais pontos comerciais da cidade, filas de bancos e outros point de aglomeração popular como o mercado público e cemitérios nesta véspera de dia de finados, o assunto era um só: o prefeito Túlio Lemos é mesmo um gestor de palavra - prometeu e executou. A ironia é posta por conta da exoneração de 296 cargos comissionados da prefeitura, deixando estas familias vivendo de forma insepulta, agonizantes em dificuldades (quase mortas) por falta de seus salários.

Segundo comentários populares a promessa de mudança com dias melhores para a população ainda não vingou.
O prefeito com sua experiência jornalistica alardeia na midia um labirinto de dificuldades financeiras, que não condiz com o montante recursos arrecadados, cerca de seis milhões mensais, o equivalente a 60 milhões nestes 10 meses.

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