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A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de ampliar as restrições impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro levou o PL a reorganizar a comunicação entre ele e a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado pelo partido como pré-candidato à Presidência da República.
De acordo com integrantes da legenda, os advogados que integram a defesa de Bolsonaro passarão a ser o principal canal para repassar orientações políticas e decisões estratégicas do ex-presidente à equipe da pré-campanha.
Na sexta-feira (17), Moraes manteve a prisão domiciliar de Bolsonaro e impôs novas restrições após Flávio publicar nas redes sociais uma carta em que o pai o apresentava como porta-voz. N
a decisão, o ministro afirmou não considerar plausível a alegação da defesa de que Bolsonaro desconhecia a divulgação do documento.
Entre as medidas determinadas por Moraes está a proibição de visitas de Flávio ao pai por 90 dias.
O ministro também suspendeu, até o fim do período eleitoral, visitas com finalidade político-eleitoral e a divulgação de manifestos de Bolsonaro, inclusive por terceiros.
Além disso, o ex-presidente permanecerá por 30 dias sem receber visitas, inclusive de familiares, com exceção de médicos, fisioterapeutas e advogados.
Após a decisão, Flávio Bolsonaro classificou a medida, em publicação nas redes sociais, como “ilegal, desproporcional, covarde e cruel”.
No sábado (18), durante um evento no Espírito Santo, o senador voltou a criticar Alexandre de Moraes, afirmou que não pretende buscar vingança e fez novas
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