
A base governista no Senado adiou a votação da PEC do fim da escala 6x1 para após o primeiro turno das eleições, em outubro, devido à falta de segurança sobre os 49 votos necessários.
O adiamento decorreu de uma ação coordenada da oposição liderada pelos senadores Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho, que esvaziou o plenário e inviabilizou a apreciação.
O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, concordou com a prudência de evitar uma provável derrota, já que as estimativas do governo não garantiam margem segura.
Enquanto o projeto propõe jornada de 40 horas, a oposição resiste e defende alternativas baseadas no pagamento por hora trabalhada.
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