segunda-feira, março 31

ALTO DO RODRIGUES COMEMORA 62 ANOS, MAS OS ATOS DA PREFEITA CHAMAM ATENÇÃO PELOS ABSURDOS PRATICADOS EM 3 MESES DE GOVERNO; ENTENDA A QUESTÃO



Comemorando 62 anos de historias, gestão municipal do Alto do Rodrigues aparece nas mídias como realizadora de grande evento com gastos acima de R$ 2 milhões de reais, mas também é alvo de questionamentos em vários setores desta mesma gestão publica. Diante dos fatos já é possível perguntar; a cidade do Alto do Rodrigues tem mesmo o que comemorar na nova gestão municipal?...


Veja bem


O município de Alto do Rodrigues(RN), utilizou uma parte significativa dos R$ 10,3 milhões recebidos em março referentes aos royalties da exploração de petróleo para custear festas populares para o Alto Folia. O evento, considerado uma das maiores micaretas da região, consumiu R$ 2,1 milhões ao longo de três dias de festividades com atrações e altos cachês.


Lixo


Não é só com eventos que o município tem gastos valores absurdos, já que o quesito limpeza urbana não fica para trás. Em apenas dois meses de gestão, a prefeitura já desembolsou cerca de R$ 1,5 milhão com serviços de coleta e descarte de lixo para uma cidade de 13 mil HAB. 


O detalhe: se pegarmos como exemplo a cidade de Macau que gastava na gestão anterior mais de 700 mil reais mensais com LIMPEZA URBANA, valor considerado elevado para um município de quase 30 mil HAB, imagine para o Alto do Rodrigues que não possui a metade desse numero.


Contratos


Outro dado alarmante se refere a contratação de servidores que já ultrapassam mais de 1.003 servidores. Desse total, 657 são funcionários contratados(293) e comissionados(364), o que levanta questionamentos sobre quais os critérios utilizados por Dra Raquel para tais contratações.


A festa parece ter sido um sucesso, mas a que preço? 


Os altos valores começam a despertar questionamentos por parte da população e dos órgãos de fiscalização e controle como TCE e Ministério Público. Mesmo com a casa legislativa fechando os olhos diante dos absurdos, a cidade se divide entre aqueles que apoiam as festividades como um impulso econômico e aqueles que cobram maior responsabilidade no uso do dinheiro público.

 

Por Cidade do Sal

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