quinta-feira, outubro 20

‘Eleição definirá o país que queremos’, destaca Rogério Marinho

 Rogério Marinho destaca que ex-ministros de Bolsonaro foram vitoriosos nas urnas

O senador eleito Rogério Marinho afirma que, na eleição do dia 30, a população do Rio Grande do Norte e do  país não fará “uma mera escolha” entre dois candidatos presidente, mas sim da forma como  “queremos que o Brasil se comporte nos próximos anos”. Rogério Marinho arguiu que essa é a estratégia que está sendo  utilizada para virar as eleições e reduzir a diferença de votos em favor do presidente Jair Bolsonaro na disputa com Lula, porque no primeiro turno, pelo fato de haver “uma série de candidaturas transversais, isso não ficou muito claro para a população”.

Como exemplo entre as gestões do atual presidente e do ex-presidente, Rogério Marinho compara o efeito da eleição entre os ministros que serviram aos dois candidatos no segundo turno do pleito presidencial
Enquanto ex-ministros do presidente Bolsonaro saíram vitoriosos no primeiro turno, ex-colaboradores de Lula não se elegeram ou não renovaram mandatos. 
 No caso de ex-auxiliares de Bolsonaro, elegeram-se senadores o próprio vice-presidente, o general Hamilton Mourão, no Rio Grande do Sul; Damares Alves, no Distrito Federal; e Marcos Pontes, em São Paulo. 
“Os ex-ministros do presidente quase todos eleitos, do ex-presidente Lula quase todos presos ou processados, é o que a gente tem tentado dizer, a diferença de montar um ministério sem contrapartida de um grupo político e montar um ministério com critério técnico, com pessoas que tem interesse de trabalhar pelo Brasil”, destacou Rogério Marinho, que se elegeu senador com o voto de mais de 700 mil potiguares.
O ex-ministro Marinho citou, por exemplo, o  caso de Geddel Vieira Lima, que foi flagrado com R$ 51 milhões no apartamento quando era presidente da Caixa, como também no ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu, Antônio Palocci e dirigentes da Petrobras, todos denunciados na Lava a Jato ou no caso do Mensalão.
Para Marinho, o presidente Bolsonaro vai vencer as eleições, pela forma como os adversários estão reagindo, “com histerismo crescente de parte da imprensa, que está indignada com a diminuição do percentual das pesquisas manipuladas, que estão sendo publicadas, mesmo elas apontam que há uma diminuição dessa diferença, permanente”.
Segundo Marinho, o eleitor de Bolsonaro, o mais alentador, “é engajado, é um militante, está convencido, sabe o que pode acontecer com o Brasil, caso tenhamos um insucesso”.
Na opinião de Marinho, o ex-presidente Lula também tem a sua militância, “mas boa parte desse eleitor está saudosista de um período que não houve, de uma história que não existiu, foi remontada, se reescreveu a história para apresentar o Lula paz e amor que não é verdade, Lula é o protagonista do maior escândalo de corrupção da história brasileira”.
Senador eleito diz que agora é um ‘plebiscito’
Como coordenador da campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro no Rio Grande do Norte, o senador eleito Rogério Marinho avalia que  “há uma tradição no Estado e no Brasil de que a eleição presidencial é 'solteira', as lideranças municipais, no primeiro turno, “  levaram em consideração a necessidade de se ombrearem com as candidaturas de deputado estadual e federal, até governador do Estado, e deixam soltos o voto para presidente”.
Para Rogério Marinho, no segundo turno ocorre o contrário, “é um plebiscito”, tanto que na segunda-feira (03), um dia após o pleito no primeiro turno, começou a conversar com  diversas lideranças do Estado, reunindo logo na primeira semana, pelo menos 90 prefeitos e líderes municipais.
Rogério Marinho explica que tem feitos reuniões por núcleos políticos regionais de apoios ao presidente Bolsonaro e além de percorrer o Estado em caravanas, falando em emissoras de rádio e em praças públicas, “estamos levando um instrumento que considero muito poderoso  para mudar o voto e fazer com que aqueles que não votaram ou votaram em outros candidatos e mesmo no ex-presidente Lula, possam rever o voto no segundo turno, que é a verdade, que liberta e clarifica os pensamentos das pessoas”.
O ex-ministro do Desenvolvimento Regional argumenta que Lula foi presidente da República até 2010, portanto, há 12 anos: “Muitos jovens que estão votando hoje, não se lembram ou têm uma visão distorcida do que foi o governo do PT e aqueles que passaram por aquele governo, o lapso temporal foi tão grande, que esqueceram dos impactos negativos daquele período”.
Na avaliação de Rogério Marinho, cabe aos grupos políticos que apoiam Bolsonaro, “relembrar esse tempo e comparar o que ocorreu naquela época com o que está acontecendo agora”, tendo ele acrescentando que “todas as comparações que nós fazemos são vantajosas para o governo do presidente Bolsonaro”
Outra questão, continuou Rogério Marinho, é que o governo Lula foi caracterizado pela corrupção e pelo aparelhamento do Estado brasileiro, “em cima de um projeto de um partido político e não de um projeto de governo, tínhamos um governo em que parte da sua ação foi no sentido de permitir que as estatais, fundos de pensão e bancos públicos fossem repartidos com o seu grupo político e com os prejuízos que nós conhecemos”.
Ele exemplificou que “as empreiteiras que prestavam serviços à Petrobras devolveram mais de R$ 15 bilhões no âmbito da Operação Lava a Jato, a Petrobras foi obrigada a publicar no balanço da empresa, inclusive na Bolsa de Valores de Nova Iorque (EUA), um prejuízo de R$ 6 bilhões com pagamento de propinas e fez acordo com acionistas para pagar mais R$ 6 bilhões”.
Depois de passar por três cidades cearenses – Crateús, Novas Russas e  Tauá, na segunda-feira, (17), Rogério Marinho esteve, ontem, em Uiraúna (PB),  de onde seguiu para Pau dos Ferros e outros municípios da região Oeste do Estado.
Rogério Marinho fez campanha, ainda ontem, em  Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó e Jucurutu, na região Oeste do Estado e hoje passa por Caicó, São José do Seridó, Acari e Currais Novos, na região do Seridó.
“Além de agradecer a votação que tivemos, conclamamos a população do Estado a se posicionar a favor daquele que mais ajudou o Rio Grande do Norte e o Nordeste do Brasil, com o voto da gratidão, do reconhecimento e da reciprocidade para o presidente Jair Bolsonaro, que está fazendo uma transformação extraordinária no país, e por isso precisa continuar”, disse o ex-ministro.

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