quinta-feira, outubro 13

CADA ELEIÇÃO TE UM HISTÓRICO PRÓPRIO E DIFERENTE DOS PLEITOS ANTERIORES

 

Existe duas catástrofe como fenômenos de efeitos naturais que todo governante adora acontecer seus mandatos. 
Antes era um episódio temporário e cíclico: as secas nordestinas e as inundações que se generalizaram Brasil afora.

Nos últimos três anos esta geopolítica social, foi modificada pela pandemia do covid 19.

Embora tenha sido uma desastrosa realidade vivenciada pela população, para os governantes foi uma boa safra.  

Dado as remessas de recursos enviadas pelo governo federal para Estados e Municípios.

Esta façanha de dinheirama ocorre no Brasil de 2 em 2 anos para as mãos das grandes lideranças por conta das eleições que se estabelece no calendário eleitoral.

Esta eleição geral de 2 de outubro, foi um caso atípico.

Foi a eleição que se registrou o maior número de disputantes em toda a história das eleições no Brasil.

Apesar de terem acabado as coligações proporcionais, inventaram uma tal de federação de partidos que é o mesmo "Mané Luiz de outrora".

O Fundo Partidário irrigou dinheiro em banda de lata para algumas siglas e seus mentores abocanhadores destes investimentos.

Teve candidato que faltou voto, preferiu que sobrasse dinheiro sob seu controle.

Moral da história, quem teve dinheiro franco e não entregou as mãos das pessoas erradas, saíram do pleito cantando de galo.

Alguns se abestalharam e foram enganados igual ao velho seu "Rosa" uma figura lendária da convivência popular do Carnaubais de antigamente.

Enfim, quem tinha máquina pública sob seu controle com as ajudas recebidas, foi a casa do eleitor dá milho aos pombos.

Porém com certeza esta, foi a eleição que menos dinheiro circulou na mão do eleitor.

Basta você olhar o quadro politico do municipio que dá pra se fazer a radiografia de quem tinha o que dar e de quem nada teve para oferecer.

Como a campanha, desde o começo ficou centralizada entre o poder do Estado e da eleição presidencial com alguns candidatos favorecidos em cada municipio. 

Este segundo turno terá uma eleição polemizada entre o bem e o mal - e cada um faça um jeito de não dizer amanhã: que fez a escolha errada em 30 de outubro!!!

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