Antes de falar o que eruditamente é conhecido no mundo da intelectualidade, vou citar logo dois pensamentos de saudosos conterrâneos de pouca escolaridade e muita inteligência.
A recuada que deu o vereador Mário Cesar, me faz lembrar do ex-prefeito Nelson Gregório que sendo apensas um cidadão viajado, era um homem formado no universo da vida. Nelson Gregório gostava muito desta pronuncia - tem gente querendo brincar de fazer política. Isso calha bem com o procedeu hoje o frouxo vereador.
Zé Marcelino da Sousa , o popular pão e vinho, não largava esse refrão: Seja feio, mais não faça feio.
E lembrando da data de 18 de maio, uma dada do calendário social brasileiro - o que vereador mirim fez, da pra sentir menor ficou e o que fez não se pode chamar de bonito.
Lembro também de mamãe, dizia pra papai, dado o seu estilo de dá muito comer ao trabalhador para que ele pudesse produzir.
Mamãe sentindo que a tarefa estava muito puxada, chamava o diarista que estava na labuta do cozinhamento do pó de palha em nossa usina lá Timbaúba.
Com pena do operário que já tinha ultrapassado da jornada do dia, entrando pela noite, alertava.
Com Inácio ou corre ou morre!
Trostki em intensas discussões com Stalin na luta operária, cunhou a seguinte frase - em tempos de guerra todos meios são lícitos - até o da fuga!
Na linguagem coloquial, isto é simplesmente, baixar o facho, como diz aí o comentarista do vídeo.
Outros dizem que é sair pela tangência.
Isto ao meu ver chama-se: vou saindo de fininho, vou tirar o corpo, enquanto posso!
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