Uma fonte me repassou que o gestor Benefraco, passou o lápis no corte de seus auxiliares na segunda feira. Antes de completar 24 horas da derrota, estava demissionários todos os auxiliares de 1º e 2º escalão.
Todavia, vai pouco a pouco reconstituindo e distribuindo o manto do seu trono, para um limitado séquito de subordinados.
A governabilidade tem o Benefraco exercendo o papel de rei, auxiliado pelos irmãos: Gilmário, Gleidson, como secretários acumulando funções, e o tesoureiro Zé Jorge para fazer a emissão de cheques.
O império do faraó deste babilônico poder, está formado por um triunvirato de coadjuvantes.
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