sexta-feira, maio 13

PASSEANDO NO TEMPO

Esta imagem simboliza um épico tempo em que a geração dos 70 até o inicio de 90, utilizava como o mais confortável transporte para quem saia da Carnaubais pelas estradas batidas de barro e piçarra das Vilas Rurais para Mossoró. 
Esta foto é de 1988, tendo sido alugado por mim para trazer as pessoas da Serra do Mel e Entrocamento para prestigiarem a vinda do ex-governador Cortez Pereira, durante nossa humilde campanha.
Este carro mixto era de propriedade de Amaro Leocádio (Edinho) tendo condutor no seu volante diariamente o amigo desde infância, o tabatingueiro
Neto Vicente.
Esta relíquia fotográfica faz parte do arquivo do Timbaubense, enviado recentemente à redação, o pastor evangelista Francisco Carlos Alves.
Todavia no pioneirismo de carros desta natureza em Carnaubais os primeiros a rodar nas estradas empoeiras da várzea do Assu eram os seguintes proprietários: José Tomaz que saia de Macau para Mossoró, tendo como motorista um senhor chamado Paulo Janeiro. 
Rivadávia Alves Cabral, Carnaubais Assu, Inácio Lacerda Carnaubais Assu e Mossoró - seu primeiro motorista: foi Luiz Borges, Chico de Áurea de Areia Branca, Nenem de Olivia de Pendências, Cutruco de Alto do Rodrigues, seu sobrinho Dinarte (Uá)  e para quebrar um galho durante um mês no ano de 1961, seu amigo Durval de Sá Leitão. 
Sequenciaram esta atividade de carro mixto Batista de Anízio, Osmundo e o irmão Orotilde Manso, cabendo ao seu pai Manoelzinho, estabelecer a 1ª linha de ônibus,  genuinamente do Municipio. 
Atividade que já era feita por outras empresas. 
Convém lembrar desta época os mixtos de Léo Bezerra e Chico de Pio, sem esquecer de seu Pedro Bento naquele trecho do Panon em diante.
Peço ao amigo Genildo Vale ou aos filhos do amigo Josias Firmino que se tiverem fotos que registrem a linha feita de Mossoró para Carnaubais e vice-versa pela empresa Oeste, nos ceda para publicação.
Assim como registro a primeira linha feita de Natal para Carnaubais, tendo como motorista Naldinho que casou com uma das filhas de Pedro Bento e seu Chico Gordo, que chegando aqui, fazia refeição e dormia no hotel de Adail de Tonico.
Faço um apelo aos familiares dos proprietários acima citados, se desejarem fazer o registro destas saudosas e honrosas lembranças, no auxilie com o envio da foto.

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