domingo, novembro 13

QUEM PLANTA VENTO COLHE TEMPESTADE

 

Existe uma mania crônica na classe politica brasileira. 
Em todos os níveis de gestão se acumulam promessas insanáveis. 
Os candidatos em campanha exageram nas promessas e depois de eleitos ficam cantando: não tô nem aí para o prometido.
A nivel municipal tenho aqui arquivado uma avalanche de promessas feitas, desde o inicio do século XXI - cujas demandas reprimidas se arrastam no calabouço do esquecimento. 
Cada governante eleito, gasta seu tempo de poder e fica em débito com a população. 
Todos tem feito alguma coisa, entretanto, muitos deixaram de fazer ou deixarão!
No campo estadual esta conta é bem maior. 
Se houvesse um Procon ou Serasa para cortar o crédito destes devedores, tinham muitos nos SPC. Cada qual no seu quadrado, quando deixa o poder, submete o municipio ou Estado ao estágio de inadimplência. 
Ficando na listagem negra de um tal de CAUC, órgão que restringe ou libera os repasses mediante prestação de contas  efetivadas ou não.
Vejo agora a grande problemática no planalto central. 
Após o resultado da eleição com a vitória de Lula para o comando da nação, a realidade já não é a mesma de antes. 
Tanto o presidente atual, quanto o futuro fizeram promessas que não tinha capacidade financeira de cumprir. 
Fizeram a tal cortesia com o chapéu alheio. 
Afinal quem paga a orgia do prometido é a sociedade contribuinte.
O governo de transição, antes de assumir onera a folha do erário com despesas exorbitantes, nomeando uma avalanche de sangue-sungas com seus gordos salários.
Ao pobre trabalhador, o seu aumento salarial é uma porcentagem irrisória que não dá pra se comprar uma cuia de farinha.
Porém, não trabalho com pensamento pessimista.
Nossa esperança é que tudo melhore, apenas não vejo como isto pode acontecer!
Que Deus ilumine todos para que o Brasil, não venha perecer dificuldades, sem norte de solução!

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