
Tem um jargão popular que diz: doido não brinca com fogo, nem pega em bosta.
Este parece não ser o caso do presidente Bolsonaro.
Ao vê-lo pegando queda de braço com um congresso que no passado se dizia que tinha trezentos (300) picaretas, imagine agora que este contingente, passa de quinhentos na câmara federal e quase cem (100) no senado da república.
Pra isto é preciso enxergar o retrovisor trazeiro.
O ex-presinte Lula responsável pelo prarafraseamento dos 300 picaretas, governou em conluio, se entendendo com eles, tirou dois mandatos e ainda de sobra elegeu Dilma Rousseff, sua sucessora.
Bem antes, o caçador de marajás Collor de Melo, não negociou com o parlamento, sofreu a penalidade do "impeachement".
Com Dilma Rousseff a dosagem foi repetida.
Acredito que Bolsonaro tenha uma carta na manga para enveredar por este caminho.
A história mostrou também outros mecanismos recursais de predominio de poder.
Foi assim com Getúlio Vargas, pondo fim a república velha, após renúncia de Jânio Quadros, deposição de João Goulart etc e tal.
Os conspiradores sempre atacam em blocos e Bolsonaro com seus 28 anos de parlamento, deve saber como tudo aconteceu.
Se no comando da nação, não tiver aprendido o dever de casa, construindo o pulo do gato para se ver livres destas amarras: se der um salto no escuro, pode cair no epicentro da fogueira e ser literalmente queimado pelas chamas.
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