
A chamada “bancada da bala”, como é conhecida a Frente Parlamentar da Segurança Pública no Congresso Nacional, enviou da Câmara para o Senado 15 integrantes que são deputados federais e elegeram-se senadores nas eleições deste ano. Além deles, pelo menos outros três senadores eleitos que não faziam parte da frente manifestam posições alinhadas com as propostas defendidas pelo grupo e devem engrossar a bancada no Senado.
Todos assumem o mandato em 1º de janeiro de 2019. Na atual legislatura, não há nenhum senador que integra a bancada da bala.
A renovação na Casa foi de 85% das 54 vagas em disputa –outras 27 cadeiras já estão ocupadas e só serão disputadas em 2022–, mas apenas 30% dos eleitos são caras novas no Congresso.
Para Malco Camargos, doutor em ciência política e professor da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), a chegada da “bancada da bala” ao Senado, onde não tinha presença, é um reflexo claro da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República. “Sem nenhuma dúvida essa bancada foi puxada por ele”, afirma.
Do Uol
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