OPINIÃO


O cenário politico Brasileiro apresenta um imperativo em voga, que fica difícil a escolha de governantes ilibados, cidadãos ou cidadães honestos para dirigir os destinos do povo, gerenciando em seu nome os recursos públicos, destinados ao avanço e o progresso de um municipio, estado e nação.
A safra de opções permanece precária, os bons não aparecem com densidade eleitoral pra vencer um pleito, sem o uso da barganha comercializada da compra de votos para a conquista dos seus referidos mandatos.
Enquanto está tônica viciada, for aceita pelo o eleitor, não haverá mudança em canto nenhum.
O certo é que as alternativas ruins continuam prevalecendo.
Os bons não tem vez e os maus predominam por não terem nenhuma timidez de praticarem delitos, desde que saiam favorecidos e a impunidade seja seu manto de proteção, sendo o carro chefe para que todos predominem.
Pode uma coisa dessa, o eleitor ficar brigando em defesa de um corrupto confesso ou comprovadamente sentenciado por mal uso do dinheiro público?
Ficar apontando pessoas que estão condenadas por ações desonestas - gente que está nas grades de uma prisão por praticar corrupção passiva e ativa?
Além de outros que ainda estão em liberdade, mas, não se isentaram da indigesta e mal fadada praticidade de corromper o eleitorado para se eleger e depois desforrar os seus gastos de campanha com o cargo ocupado com o aval do eleitor que se vendeu!
São estas mazelas que impedem o Brasil, os Estados e os Municípios de serem desenvolvidas no aspecto econômico, social e cultural.
Como pode ainda se querer no poder central ou nas assembleias congressuais (senadores, deputados e vereadores) indivíduos que elaborarão leis protecionistas, disciplinadas seus cumprimentos por agente de formação de caráter duvidoso nos referidos tribunais (juizes, promotores, ministros etc e tal) e executadas por governantes (presidente, governadores, prefeitos), que não zelam pelo seu nome, usufruindo dos bens recursais do patrimônio financeiro de seus mandatos para enriquecerem ilicitamente.
Não receio, nem tenho medo de afirmar o que penso - ou se estanca a sangria de ações desonestas ou nunca sairemos deste marasmo, vivendo numa república eternamente corrompida.
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