
De hoje, no descanso, recebo via Whatszap, esses versinhos em forma de sextilha, do poeta paraibano chamado Odilon Nunes de Sá, conforme transcrito adiante:
Acho graça a mocidade
Não querer envelhecer
Velho ninguém quer ficar
Moço ninguém quer morrer
Sem ser velho ninguém vive
Bom é ser velho e viver.
Concordo em gênero, número e grau, grande varzeano Fernando Caldas.
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