domingo, novembro 8

O QUE QUEREM FAZER DE CARNAUBAIS



Sinceramente por mais destemida que seja nossa vontade de vê Carnaubais avançar no seu desenvolvimento sócio-econômico, sinto que nossa cidade pode nos argumentos diferenciados e modernos de alguns protagonistas do seu futuro, alcançar rumos retrógrados de um sistema de poder aos moldes do principiado maquiavelista que muitos não conhecem sua extensão. 
Um sistema onde a centralização e o controle do poder esteja nas mãos de quem em nome do seu progresso, pode levar nossa a população a conviver com o absolutismo europeu implantado desde a época renascentista italiana. 
Não tenho por que mentir, tenho fortes receios do que vejo, sendo preparado para o futuro do nosso povo, fatos que alguns.  quando vierem se aperceber. não dá mais jeito.
Existe na nossa sociedade uma clã ávida de poderes que só se contenta ou satisfaz seu ego, se todos tiverem subordinados ao crivo do seu conhecimento ou da imperativa vontade de liderar esta cidade, como se fossem monarcas com poderes hereditários. 
Digo isso porque sei que as práticas modernas que vejo se injetar na nossa sociedade tem resquícios antigos de governos ditatoriais, assim como foram: os déspotas esclarecidos ou período fascista implantado por Mussolini querendo dominar o mundo. 
As coisas aqui vem acontecendo numa avalanche de soberba pelo o poder que me faz temeroso pelo destino que podemos tomar, se não houver uma interpretação mais lógica dos nossos munícipes e suas cabeças pensantes. 
Em nome do avanço tem gente se colocando como salvadores da pátria, falando numa linguagem de esquerda, dizendo-se defensores dos oprimidos e costurando com requintes de direita, o tecido social e politico que pretendem conquistar. 
Veja os exemplos que já nos deram, analisem com profundidade o que venho alertando: moedas criadas, leis reformistas e transformadoras dos costumes e tradições, implantação de taxas, tributos e impostos poderão ser colocado em evidência de ação para servir de barganha do que desejam conquistar. 
Uma série de segmentações minoritárias fazem parte deste eixo, estando em pauta para futuramente favorecer tais objetivos com performance legal, com poderes até de mudar o nome da cidade, como fizeram os coronéis da república velha. 
Falo assim por que não vou me preocupar apenas o grito dos maus, mas com o silêncio dos bons que poderão se tornar coniventes destas enganadoras práticas.

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