Sou reservista primeira categoria e nos áureos tempos da mudança de regime político da nação, no ano mais rigoroso do regime de transição que passou o Brasil, com o ordenamento da disciplina da ordem e do controle do exercício da democracia, servi a pátria, tendo no comando da nação o presidente Costa Silva.
Os mesmo que falavam em ditadura militar na época, são os mesmos que provocam de todas as formas o capitão Bolsonaro, colocando de forma ridícula e arbitrária a pecha de genocida e outros adjetivos inadequados, sem respeito algum com o chefe da nação.
Vivi na caserna os melhores exemplos de obediência e cidadania.
Não fui um soldado mocorongo.
Sabia obedecer com procedimentos de responsabilidades as ordens advindas da hierarquia baseado no Regulamento Disciplinar do Exército - RDE.
Logo compreendi que ordens de caráter cívico com sentimento ético, não teria o que se discutir, e atitudes excessivas que todos os segmentos da sociedade brasileira existe: os cidadãos de bem e os que se excedem nos seus comportamentos.
Trocado em miúdo, ordem esdrúxula eu não dava a mesma tenção.
Assim é como faço até hoje na minha vida civil e no engajamento da vida pública que participo.
Sai da política, mas, a politica não saiu de mim.
Converso, questiono, discuto, acato e desobedeço à qualquer que seja o procedimento de impor a minha pessoa, aquilo que não desejo fazer.
Sei o passo que dou e o peso que posso colocar nos meus ombros.
Voto em quem desejo, apoio quem eu quero, entro no sistema de alguém, quando o entendimento é comum, sempre fiz isto pela porta da frente e nunca saiu pela porta dos fundos.
Sem me alongar tanto, neste período de Caserna, perfilei no pelotão de frente, fazendo parte da guarda que recebeu o ministro Mário Andreazza no quartel que servi.
Os que chamavam o governo de Costa e Silva dos tempos de chumbo, esqueceram que foi neste governo que se implantou a fase desenvolvimentista do Brasil com o chamado milagre econômico.
Podia e houve bastante rigidez na implantação dos 21 anos de mando do militar.
Porém, roubalheira era uma coisa praticamente nula, obras importantes como as vias de acessos de regiões dificieis de se trafegar no território transamazônico, construção da BR Belém/Brasília e outras tantas no brasil afora.
Ouvi uma certa vez, uma frase de um comandante militar, esta é a segunda vez que nós das forças armada equilibramos o Brasil e devolvemos o poder para o civil desmantelar.
Isto me deixa de orelha em pé nesta hora, será que vai acontecer a terceira fase?
Aqui no vale dos debates do contra e a favor da construção da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, obras gigantescas que os contrários do regime chamavam de faraônicas.
Enfim, o Brasil cresceu e quem não perturbava a ordem pública, não foi molestado.
Houve sim, atitudes viris, rígida e até tortuosas com quem queria uma Pátria, como querem agora, submetida ao ideologismo do comunismo, e socialismo de faixada. Não acompanho o pensamento dos outros pressupostos, que fazem desta nação uma potência sem ordem e sem respeito, querendo fazer deste Brasil, uma republiqueta como se aqui fosse a casa de mãe Joana.
Hoje me considero de direita porque vivi de forma incontida os meus desejos de ser um progressista autêntico mais a esquerda.
Coisa que desapareceu do nosso cenário político.
Era admirador profundo de grande nacionalistas como Ulisses Guimarães, Alceu Colares, Saturnino Braga, Teotônio Vilela e o ainda vivo aos 93 anos Pedro Simões.
Avancei um pouco mais e me tornei um Brizolista , fundamos aqui - eu e papai o PDT.
Homens preparados como Darci Ribeiro do qual fiz questão de acompanhar sua luta e vi o seu trabalho pelo povo brasileiro, época do início dos Brizolões no RJ com o processo de escola com tempo integral.
O método educacional de Anísio Teixeira, sem deixar de conhecer quem norteava o pensamento dos que acham que apenas Paulo Freire, seja o único teórico na nossa aprendizagem.
Teve um tempo que me entusiasmei e queria ser comunista em 1986, tendo ido participar de um Congresso da CUT.
Discuti o que pude com Fernando Mineiro, dentro do ônibus, dando uma de capataz do PT, época em que morava na residência universitária, e nem vereador Mineiro era ainda.
Porém, queria controlar os representantes cada categoria como se bota boi no curral.
Como professor reagi aos seus ordenamentos.
É tanto que hospedado na Universidade do RJ próximo ao Maracanã, na hora da boia em vez de ficar pegando a quentinha com feijão e linguiça, aproveitei o tempo disponível para visitar tios e primos, um morando em Duque de Caxias e outro no Leblon.
E outras vezes saía mais Francisco Gomes (gato) para fazer nossas refeições, fora e conhecer um pouco mais da cidade Maravilhosa.
Conheci neste congresso algumas pessoas carimbadas do PT original: Olívio Dutra, Jacó Bitar, José Fortunati, Marina Silva e do MST Stedeli.
Fui apresentado por Acácio Caldeira deputado estadual carioca comunista ao Cavalheiro da Esperança - o Velho Prestes que veio fazer uma plenária no Maracanãzinho.
Aqui tem cabra fazendo lorota e o primeiro Congresso da vida dele, quem alistou fui eu, quando papai presidente do Sindicato a meu pedido mandou uma delegação com 10 pessoas para um Congresso Sindical na UFRRN.
Entre os políticos que se tornaram escritores me enganei com FHC desde o dia que ele disse esqueçam o que escrevi. Não me decepcionei com Florestam Fernandes com o seu trabalho "A Revolução Burguesa".
Nesta linhagem gostava muito de Otavio Inani, Chico Oliveira apesar de petista era um homem sério.
Fui um leitor de quase todas as obras dos romancistas brasileiros Jorge Amado e os livro que me deram norte para conhecer o regime que muitos falam pra se passar por intelectual (pseudos) foram - Agonia da Noite e Subterrâneos da Liberdade.
Estes foram as veredas para pegar uma estrada maior e começar a tomar conhecimento do pensamento, marxista, leninista, stalinista , trokitistas etc. e tal.
Escritores como José Américo de Almeida, Graciliano Ramos, José Lins do Rego acentuaram meu conhecimento.
Os internacionais Juvenal Galeno, Pablo Neruda, Kafka e citar mais seria até janotice de minha parte - quem me conhece sabe que tenho duas coisas: Educação e Brutalidade.
Uma e outra para cada caso!
Dos déspotas esclarecidos, aos fascistas como Mussolini, o nazismo de Hitler, até chegar ao equivocado democrata, chamado Lula da Silva com a fundação do PT no ABC paulista. .
Hoje sou Bolsonaro muito mais pelo desencanto, decepção desta corja do ciclo do PT do que propriamente pelos seus méritos.
O homem desde que assumiu que engessaram o comandante da nação: um legislativo capenga e um poder judiciário tendencioso, não oportunizaram a presidente Bolsonaro a liberdade de governar a nação.
E todos estes sabendo que tem um comportamento estourado, ficam lhe provocando a todo momento.
É verdade que tem dito algumas expressões fora do compasso, mais nada que essa cambada de oportunistas não possa ouvir!
Afirmo com certeza se ele fosse um ditador como querem os seus algozes, esta nação já tinha incendiado.
Calma gente, o Brasil de hoje não pode ser mais o pais de ontem e quem suportou quase duas décadas de fantasias governamentais do tipo FHC, LULA, DILMA, MICHEL TEMER, Tem que esperar um pouquinho mais pelo exercício continuado do poder de Bolsonaro.
Ele só sai do comando se fizerem o que o teórico político do PT - ex presidiário Zé Dirceu, colega de Lula disse: Eleição não se conquista, se toma...Nem que para isto se use o mecanismo da fraude!
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