Na noite de ontem, 09/09, no município de Carnaubais, foram inaugurados o parque infantil e a academia de saúde na praça Nelson Gregório. Foi um momento de lazer, em que a população já pôde experimentar o novo espaço. A prefeita, Marineide Diniz, se emocionou diante da alegria do povo e por constatar que está realmente trazendo renascimento para Carnaubais.
Via Assessoria.
ADENDO DO BLOG:
Sem jogar confetes nem serpentinas, no pronunciamento de Wanderley Mendes, que sabe exatamente algo com bastante distinção da realidade de quem: assim como os atuais vereadores, reconhecidamente ele recorda dos que legislaram no passado.
Todos deixaram algo solicitado ao executivo para a efetivação do histórico da egrégia casa legislativa em prol da coletividade.
Quando o cerimonialista do evento convocou os presentes à ouvirem o Hino Nacional.
Fiz uma viagem retroativa no tempo, quando em 1983, 60 dias após minha investidura no parlamento municipal, descobri que até aquela data: Carnaubais não tinha seu Hino e nem a bandeira do município.
Elaborei um requerimento aprovado por unanimidade para que a Secretária de Educação Maria José Martins, providenciasse junto ao executivo com urgência a confecção, destas duas importantes necessidade cívica da nossa terra.
A bandeira foi confeccionada por uma educadora de Assu que costurava acessórios desta natureza e construía balões.
Sinceramente não lembro exatamente o nome desta pessoa.
O Hino eu tivesse o prazer de emprestar o Livro Nomes da Terra, do emérito folclorista Câmara Cascudo que fazia uma narrativa da toponímia potiguar ao assessor jurídico e escritor João Marcolino de Vasconcelos (Dr. Lou) sendo o letrista. E o maestro Cristóvão Dantas, o responsável pelo sonoro arranjo musical completando esta pérola engastada, que foi realmente editada e difundida com maior ênfase por uma figura que teve oportunidades maiores.
Como sou um escrevinhador detalhista, escrevo para quem gosta de ler.
Faço aqui uma revelação, este livro rodou muitas vezes por empréstimo para pesquisa de algumas educadoras deste município e da última vez que levaram da minha estante, esqueceram de devolver.
Se por ventura alguém tiver com este exemplar que recebi de presente do meu professor, amigo, ex- padre e jornalista Zé Luiz Silva: pode ficar de verdade está permitido por mim!
O que me faz falta é apenas a dedicatória autografada em meu nome e as cidades citadas, tive o prazer de conhecer uma por uma.
Algumas delas iniciada na minha adolescência, a partir de 10 anos de idade.
Eu fui um evento poucos dias na casa da prefeita Marineide, apenas Wanderley lembrou disto!
Ontem quem passou por este desencanto foi meu ex-aluno, ex-presidente da Câmara - Antônio Ferreira da Cunha: Toinho Cobra!
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