


Por onde Gustavo e Alexandre de Mulungu passam é assim: o povão acompanha, aí não tem gente comprometido com o poder não!
Quem vem pras ruas tem o sentimento de mudança, tudo espontâneo, voluntariado do progresso e desenvolvimento.
Ninguém aí está obrigada a segurar a bandeira do candidato, nem tão pouco ter obrigação de mostrar a presença para o chefe interino, capataz do Padilha ver você vibrando sob pena de perder o emprego.
Gustavo vai simplesmente passando o rodo e se aproximando da grande vitória em 25 de novembro - o povão é quem vai dando o rumo e o trilho da locomotiva da vitória passar.
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