Carnaubais vai completar este ano 53 anos de autonomia, três mandatos executivos nas mãos de um segmento só governando.
Nenhum destes gestores foram capazes de estabelecer uma norma padrão para o desenvolvimento urbanístico da cidade.
Não falo nem num plano diretor como nas grandes cidades, mas, devia ter um código de postura atualizado para disciplinar ordenadamente nosso crescimento.
Lembro que quando fui secretário de administração do governo de Valdeci Medeiros, em meados de 1997, doutor João Marcolino de Vasconcelos (Lou), deixou regulando estas pendências urbanas, um código de postura.
Ficou absoleto com o passar do tempo.
Fomos informado que no segundo mandato de Nelson Gregório com Zé de Pedro presidente do legislativo através do assessor jurídico da Câmara, se não me ocorreu um lapso de memória: José Francisco de Moura (advogado), fora feito algumas adequações.
De lá pra cá, este código serve apenas para cobrança de taxas de tributos, impostos, arrecadação.
Sua majoração acontece ao bel prazer de quem vem governando.
O que me chama atenção é que alguns absurdos foram praticados, construções irregulares, o gestor tomando conhecimento, sem tomar nenhuma providência.
Para refrescar a memória lembro de um problema criado tomando por base este código de postura, quando o falecido Leonardo Moura construiu um alpendre no seu comércio defronte o hospital, sem ter consultado a prefeitura, teve embargo da obra, solução chegada depois via entendimento entre as partes.
O popular Batistinha Pereira foi outro que sofreu constrangimento, sendo intimado a retirar um quiosque de vendas, implantado ao lado do restaurante de Maninha de Juraci.
Mas, neste governo falacioso de Cavalcante a coisa desandou, construíram uma igreja evangélica em um terreno que matou a passagem da população para o conjunto João Teixeira Filho. Erro do proprietário não, falta de atitude do prefeito que não tomou interesse de resolver o problema, deixando a população tendo que fazer um arrodeio para chegar em casa.
Na parte sul da cidade, o SINDISEC construiu sua sede, impedindo uma ligação direta, estrangulando o que poderia ser a continuidade de uma avenida.
Erro do dirigente sindical não, faltou competência de argumentação do gestor na busca da solução.
A cidade continua dividida, separada um bairro de outro por cercas de arame farpado, parecendo uma fazenda mal administrada.
Será que toda intransigência partiu dos herdeiros do falecido Chico Amâncio ou antes foram literalmente magoadas pela prepotência de quem pensa ser o dono de Carnaubais?
E os animais passeando pelo perímetro urbano como se tivesse dentro de um roçado.
Estas alegações que faço são reais, será que por está gordo acima do meu peso, isso seja adjetivado de inveja, frustração, má vontade?
Que se dane quem pensar assim, Carnaubais precisa de mudança.
O bando que vem governando, já demonstrou que são incapazes e que já deram o que tinha que dá!
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