
De origem portuguesa, o animal que hoje tem entre 85 e 90 anos, foi doado a Frei Damião por um médico durante uma das missões do religioso em Portugal.
Após a morte de Frei Damião, em 1997, o papagaio ficou sob os cuidados da missionária Anita, que acompanhava o religioso em suas atividades. Anos depois, ela entregou o animal a um padre da cidade de Livramento, com a orientação de que ele fosse levado para a família do sacerdote.
Devido à idade avançada do animal, o papagaio permanece sob os cuidados da família na Paraíba. Inicialmente, a missionária Anita ofereceu o papagaio ao padre e sugeriu que ele fosse entregue à mãe. A mulher chegou a visitar o animal na cidade de Patos, mas optou por não levá-lo naquele momento, ao perceber o forte apego entre o papagaio e a missionária.
Cerca de um ano após o encontro, a missionária adoeceu, veio a falecer e, antes disso, pediu que o animal fosse levado para a família do padre. Desde então, o papagaio vive há aproximadamente dez anos em um sítio na cidade de Livramento.
De origem portuguesa, o animal foi doado a Frei Damião por um médico durante uma das missões do religioso em Portugal. Segundo relatos, sempre que Frei Damião se levantava por volta das 4h da manhã para cumprir suas orações, o papagaio costumava perguntar: “Já vai?”. O comportamento chamou a atenção do médico, que decidiu presentear o religioso com o animal.
Atualmente, o papagaio é legalizado, vive solto na residência de dona Nezinha e segue sendo bem cuidado, tornando-se uma curiosa e rara lembrança viva da história de Frei Damião.
Fonte: Jeito Nordestino
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