
Flávio Bolsonaro criticou o desfile de Carnaval que homenageou Lula e anunciou que levaria o caso à Justiça, dizendo que houve propaganda antecipada e uso de dinheiro público.
Agora, a notícia de hoje é que ele começou a rodar o Nordeste em pré-campanha, com agendas em cidades como Natal e João Pessoa, tentando conquistar justamente os eleitores de Lula numa região onde o petista sempre teve vantagem.
Pela lei, político pode viajar, participar de eventos e fortalecer o próprio nome antes da eleição. O que não pode é pedir voto fora do período oficial ou usar dinheiro público diretamente para campanha. Mas existe um ponto que gera questionamento: toda a estrutura de um parlamentar é mantida com dinheiro público, porque ele exerce um cargo público.
Então a situação acaba levantando uma dúvida que muita gente faz.
Quando era o desfile ligado a Lula, houve denúncia de pré-campanha e uso de dinheiro público.
Agora, quando é um político viajando pelo país para fortalecer o próprio nome antes da eleição, isso é tratado como articulação política.
No fim, a discussão não é só sobre o que pode ou não pode.
É sobre coerência e sobre a sensação de que a regra deveria valer do mesmo jeito para todos.
Fonte: Kelly Maria Ferreira
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