Tema foi levado ao plenário do Supremo Tribunal Federal após o ministro Nunes Marques determinar que eventos poderiam ser realizados, desde que seguindo restrições sanitárias. Na sessão desta quarta, o advogado-geral da União, André Mendonça, e o Procurador Geral da República, Augusto Aras, defenderam a reabertura dos templos religiosos e citaram trechos da Bíblia. Dias depois determinar fechamento dos templos em São Paulo, o ministro Gilmar Mendes se manteve contra a realização dos cultos. Ele foi o único ministro a votar até o momento no julgamento, que continua na quinta-feira.
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