Nesta quarta, o Supremo Tribunal Federal vota, em plenário, se missas e outros tipos de cultos religiosos podem ser celebrados na pandemia. Em sua fala, o AGU André Mendonça citou versículos bíblicos e argumentos religiosos para defender a permanência dos eventos. O procurador-geral da República, Augusto Aras, também apoiou a medida como garantia de "liberdade religiosa". Professores, pesquisadores e advogados, contestaram as argumentações e disseram que argumentações religiosas não deveriam ser utilizadas na Corte.

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