
Sinceramente fiquei estarrecido sentindo náuseas e desconforto quando li no blog de Luizruim as expressões sarcásticas, impiedosas e maldicentes em tom de desespero do blogueiro, derramando toda sua carga de perversidade humana, hipocrisia e mediocridade, atacando um cristão que vive no momento um forte dilema por falta de saúde.
Quando tenho afirmado aqui no meu espaço que este individuo é um caudilho demagogo, alguém pode ate não ficar gostando do que digo, porém, a cada dia me reafirmo da sua falta de sensibilidade para com as pessoas.
È na verdade um grande explorador, oportunista de primeira grandeza, a ponto de querer levar vantagem politica sem respeitar a dor e o sofrimento de uma família ou de um segmento partidário, que sofre as avarias do destino, vendo um dos seus membros renunciar suas atividades públicas e privadas para cuidar da própria vida.
O que Luizruim escreveu contra Dinarte Diniz, foi um gesto de desumanidade, fez um prejulgamento da sua situação, como o paciente já tivesse morto. Zombou da dor alheia, achincalhou a fé humana, que numa forte corrente de orações rezam pela recuperação do nosso irmão.
Este é o termo ensinado por Cristo: amar ao próximo como a si mesmo.
Infelizmente Luizruim, conduzido pelo espirito do satanás, com sua ambição endemoniada pelo o poder, usando a metáfora do mal, está desobedecendo esta regra básica da humanidade.
A Luizruim apenas o poder, o prestigio e a vantagem que pode usurpar dos outros tem predominância.
Seria bom lembrar que sua matéria também é de carne e osso, a terra cria em vida e acolhe na morte cada um. Deus não castiga, mas, faz o que pode e merece cada ser humano.
Seu exemplo de maldade tem data para ser julgado, 2 de outubro vem aí e o povo de Deus na sua generosa sabedoria vai dá o troco ao seu farisaísmo, querendo trucidar uma pessoa que o infortúnio do destino já penaliza com a dificuldade de saúde que se encontra.
Ninguém cuspa pra cima que pode a cusparada lhe cair no meio das fuças, DEUS é vivo e está no meio de nós!
Quem se alimenta da maldade, impiedade e rancor contra o seu semelhante, pode findar na sarjeta o período de glória que acha que tem.
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