Dinarte Diniz respaldado pelos índices percentuais obtidos em duas eleições consecutivas que concorreu em Carnaubais, lhe auferindo o peculiar direito de representar a oposição genuína ao governismo municipal, mesmo sabendo da deliberada vontade de companheiros em disputar a prefeitura em 2016, deve reafirmar hoje a noite numa reunião de cúpula que mantém seu nome como pré opção natural para o pleito majoritário.
Júnior Benefraco na condição de mandatário com o poder da máquina em suas mãos, já provou que fará todo tipo de besteira para continuar mandando. Perdeu aliados substanciais, espatifou com pitadas de covardia quem o defendia para torna-se único, ditando a sua moda o que pretende fazer.
Sem medir consequências vai dá prosseguimento a uma gestão recheada de segmentos oportunistas, tanto dos que estão na sombra do palácio das mamatas, quanto a presença de novos aliados que possuem o mesmo perfil barganhador.
Sente-se no direito natural de ser candidato a reeleição, caso saia fora das turbulências jurídicas que ainda há de dificultar tal pretensão.
O ex gestor incaicado até o gogó com processos recorrentes por força de ação impetrada pelo seu sucessor, vai hoje ao rádio fazer aquele lero-lero, se passando por vitima e querendo levar na conversa quem não conhece bem suas ações maniqueístas de fazer politica.
Como sempre se sentiu donos do votos de Carnaubais, se auto-avaliando como o maior líder de toda história politica do município, carrega sem sombra de dúvidas grande expectativas diante do rompimento com o núcleo familiar que há anos faz e desfaz no em Carnaubais.
Todavia, deve hoje dizer qual será seu nome na disputa majoritária de 2016, de uma vez que hipoteticamente dois nomes já se configuram como candidatos.
Algumas pessoa me falaram que lançaria hoje o nome do sobrinho Thiago Romero no programa de Jarbas Rocha, mas, como nosso repórter secreto Chico Mula Manca não enviou esta informação, preferimos esperar deu pronunciamento para saber realmente se lança ou vai tanger esta interrogação para adiante.
Assim sendo a sua luta vai ser grande para não ficar no final da maratona com o troféu da terceira força, seu discurso como opositor não prevalece, esta estratégia da briga familiar já é conhecida e nosso povo não embarcará nessa. Se dividir para somar mais adiante é processo politico fajuto que somente os inocentes ou analfabetos políticos poderão acreditar nesta briga de compadres.
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